Páginas

terça-feira, 18 de julho de 2017

7° Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria

por Stéfano Carnevalli




Promovido pela Confederação Nacional da Industria (CNI) e o SEBRAE, o 7° Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria aconteceu nos dias 27 e 28 de junho de 2017 e reuniu especialistas do mundo todo em torno de dois grandes temas:

  • Inovar é criar valor;
  • Inovações disruptivas.

Foram mais de 30 palestras e painéis simultâneos trazendo discussões de oportunidades e riscos para os empresários investirem em inovação, além de apresentações de tecnologias e tendências em inovação disruptiva.




O evento reuniu mais de 3.000 pessoas na grande maioria empresários e profissionais do setor industrial de todo Brasil e exterior. Um evento bem organizado e que mostrou a força da industria Brasileira: há caminhos para inovar!

Durante a abertura do evento os temas recorrentes estavam relacionados com a capacidade de resposta atual da formação profissional nessa nova Industria 4.0 e as políticas públicas de inovação;
A palavra mais repetida foi de fortalecer o desenvolvimento do ecossistema da inovação no Brasil.

Stéfano Carnevalli, representou
a Sýndreams Aceleradora no evento.
Participar do evento ajudou Stéfano Carnevalli, diretor da Sýndreams a identificar algumas tendências e oportunidades. Destacou duas apresentações:

  • Palestra "Empreendedorismo Exponencial" por Peter Diamandis. Excelente abordagem sobre oportunidades relacionadas a escassez x abundância e linear x exponencial. Segundo Diamandis, as inovações acontecem cada vez mais rápidas. Tudo é exponencial em relação as tecnologias, porém as pessoas ainda são lineares. Para diminuir esse distanciamento há uma demanda de modelos de negócios inovadores.
  • Painel "Tecnologia e Trabalho: como construir convergências" com Duilia de Mello (vice-reitora da Universidade Católica da América e pesquisadora da NASA), Eduardo Padrón (presidente da Miami Dade College e Laércio Cosentino e CEO da TOTVS) e Svante Gunnarsson (diretor do Programa de Engenharia, Física e Matemática do Instituto de Tecnologia da Universidade de Linköping). O painel moderado por Mauro Kern, vice-presidente de operações da Embraer trouxe como principal discussão as relações no aprendizado para novas tecnologias e os novos perfis dos profissionais da industria.


Mais informações sobre o evento, outras palestras e painéis podem ser acessados em: www.congressodeinovacao.com.br/publicacoes

terça-feira, 11 de julho de 2017

Percepções Congresso Investimento Anjo 2017

por Stéfano Carnevalli

Participei do Congresso Investimento Anjo 2017, promovido pela Anjos do Brasil. O evento aconteceu em São Paulo (Capital), no dia 26 de junho, no auditório da FGV.

Vou fazer um breve relato com os principais destaques do evento:

A Abertura do evento foi feita por Maria Rita Spina Bueno, Diretora Executiva da Anjos do Brasil, que reforçou a importância do Investimento Anjo para economia do país.
Na sequêcia, Cassio Spina, Presidente e fundador da Anjos do Brasil apresentou o resultado da Pesquisa sobre Investimento Anjo no Brasil. Os principais resultados foram o aumento do montante de investimento anjo (R$ 851 milhões) e a diminuição de número de pessoas investindo. Das  15.000 pessoas no Brasil que são potenciais investidores anjo (disponibilidade de investimento entre 50 mil A 180 mil), apenas 7.070 realizaram investimentos em startups. Uma redução de 3% em relação ao ano anterior.
Guilherme Afif Domingos, Presidente do Sebrae Nacional, fez um pronunciamento otimista, mas reforçando a importância das reformas no país. Lembrou da história da valorização das pequenas e micro empresas desde o final da década de 1970, e a importância dos investimentos privados para desenvolvimento do Brasil. 


O Presidente da FINEP, Marcos Cintra, aproveitou sua participação no evento para divulgar o Programa Finep Startup, que irá co-investir em startups de diversos seguimentos. Comentou também que em conjunto com o BNDES, A Finep está desenvolvendo um Fundo para investimento anjo.
Tendências
Roger Serrati do Grupo Bradesco fez um panorama das Tendências em Fintech. Para o Bradesco há interesse em startups que atuem com produtos para empresas (B2B) com foco em backoff digital, produtos e serviços personalizados e plataformas digitais que se conectam API dos bancos.
As principais Tendências em Inteligência Artificial & Big Data apontadas por Alessandro Jannuzzi, Microsoft, são: Computação cognitiva (fazendo a máquina aprender você), Visão computacional, Deeplearning, Linguagem natural e reconhecimento de língua e cultura.
No setor de Healthtech, José Claudio Terra, diretor de inovação do Hospital Albert Einstein, falou das apostas da instituição em telemedicina, que este ano representa 30.000 atendimentos no hospital. Outras tendências estão relacionadas a nanotecnologia, biosensores, robótica, inteligência artificial, realidade virtual e medicina de precisão genética.
Por fim, Fernando Scodro, do Grupo Baobá, apresentou o setor de Agrotech, onde as principais tendências estão na utilização de drones e tecnologias para veterinária.
Painéis Corporate Ventures, investidor Anjo e outras palestras

O Congresso ainda reuniu especialistas e representantes de empresas, investidores anjo para diversos painéis e conteúdos.  Em todos conseguimos perceber a preocupação ainda nas questões politicas do Brasil, mas também possibilidades de recuperação rápida caso as medidas e reformas aconteçam rapidamente.
Prêmio Investimento Anjo

Um dos destaques do evento foi o Prêmio Anjos do Brasil. Neste ano duas duas modalidades e respectivos premiados:
Investidores Anjo >> Claude Ricci (Lótus Ventures), Guilherme Horn (Accenture) e Leonardo Teixeira (Lótus Ventures)Empresas Investidas >> Easy Crédito, Geek Hunter e Quero Quitar.
Para mais informações, acesse:

terça-feira, 4 de julho de 2017

Startup Award, Inovação e Congresso Anjos do Brasil

Por Sýndreams

A semana que passou foi uma semana intensa, dedicada à vários eventos voltados à Startup em SP. O diretor e mentor da Sýndreams, Stéfano Carnevalli, esteve presente em todos e compartilha um pouco de cada um deles conosco.

No dia 26 de junho, Carnevalli foi convidado por Eduardo Migliorelli (Atlantic Hub), um dos organizadores do Web Summit Lisboa 2017 à assistir o evento que aconteceu no Instituto Mauá, São Caetano - SP. "A Sýndreams Aceleradora de Empresas e Startups tem acompanhado a formação do ecossistema de startups em Portugal e concretizado algumas parcerias.


A abertura do evento foi realizada por Benecio José, Presidente do ITESCS - Instituto de Tecnologia de São Caetano do Sul que promoveu o evento em conjunto com a Atlantic Hub de Portugal. O evento reuniu 20 startups que apresentaram o pitch para uma banca de investidores. A startup GoEpik (atua com realidade aumentada para Industria 4.0) foi a vencedora que ganhou um convite para participar do Web Summit Lisboa 2017.



Já no dia 27 de junho, Stéfano acompanhou o 7º Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria, que aconteceu no Transamerica Expo Center SP.


Os objetivos do Congresso são promover a inovação empresarial, discutir os riscos e oportunidades para o Brasil diante das inovações disruptivas, apresentar tecnologias-chave para diferentes sistemas produtivos, discutir a capacidade de resposta atual e potencial do sistema empresarial e do sistema de formação profissional, discutir propostas de aprimoramento das políticas públicas de inovação e fortalecer o desenvolvimento do ecossistema da inovação no Brasil.

Guilherme (Dreamidea)
e Stéfano (Sýndreams)
"No congresso tivemos oportunidade de diálogos importantes sobre os desafios e oportunidades na inovação industrial", comenta Stéfano Carnevalli. Reforço também a participação da equipe da Dreamidea, empresa de treinamento parceira da Sýndreams.

No post da próxima semana, teremos mais informações sobre como foi o O 7º Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria




No dia 28 de junho foi o dia do Congresso de Investimento Anjo (CIA) 2017 organizado pela Anjos do Brasil.

Maria Rita, Anjos do Brasil

O CIA 2017 aconteceu no auditório da FGV, e discutiu temas como a evolução do Investimento Anjo do Brasil, as possibilidades de saídas para investidores anjo, tendências setoriais, investimento anjo no mundo, políticas públicas, oportunidades de investimentos, e outros mais relacionados com o investimento anjo. Um dos destaques do evento foi a palestra de Guilherme Afif Domingos - Presidente do Conselho do Sebrae Nacional.


Entrega do Prêmio Anjos do Brasil 2017 (fotos divulgação)

"Foi uma semana intensa, mas com resultados positivos! Os desafios no Brasil ainda são muitos, mas temos a certeza de um avanço dia a dia. Principalmente por que temos muitas instituições, empresas e investidores empenhados em fazer avançar" afirma Stéfano Carnevalli.

terça-feira, 27 de junho de 2017

Trabalhar em grupo ou formar equipes?

Por Sandra Elisabeth

Esta parece ser uma pergunta ambígua, alguns talvez responderiam que tanto faz já que grupo e equipe são praticamente sinônimos!!! Eu particularmente prefiro formar equipes, pois equipes são muito mais produtivas que grupos.

Explico: Grupos e equipes são diferentes.

Nos grupos as pessoas trabalham individualmente em prol de um objetivo.


Exemplo: o professor pede um trabalho para um grupo de alunos, estes rapidamente dividem em partes e cada um faz sua parte. Depois, todos os alunos encaminham suas partes para um único aluno “juntar” e então entregam o “Frankstein” para o professor. O que estes alunos aprenderam? Cada um aprendeu uma parte. Já corrigi trabalhos feitos em grupo por alunos em que uma parte inteira está errada e os alunos se perguntam: quem fez essa parte? Porque você não viu que estava errado? Etc..


Já as equipes trabalham em conjunto para atingir o objetivo.

Exemplo: no mesmo modelo citado anteriormente estes alunos se reuniriam (online ou presencialmente) para desenvolverem o trabalho, pensariam e discutiram sobre o assunto em conjunto e se algo der errado todos sabem do que se trata, não havendo “culpados”.




Os exemplos são bem simples, do nosso cotidiano, e de coisas que fazemos com frequência para “facilitar” nossas vidas. Sim, porque trabalhar em grupo é mais fácil do que em equipe.

Levando este exemplo para o dia a dia da empresa: funcionários que trabalham em grupo são individualistas e acreditam que quando sua parte está feita está tudo certo. Porém, sabemos que caso a empresa não entregue o produto finalizado o cliente não vai pagar e se o cliente não pagar ninguém na empresa vai receber. Não adianta um ter feito “sua parte”, porque o cliente deseja o todo!

Não é fácil transformar um grupo em equipe, exige muito trabalho dos diretores e do RH da empresa, porém quando isso acontece as coisas ganham maior fluidez e os problemas são resolvidos com mais assertividade.


Não existe uma “receita” para fazer isso, depende muito do capital humano que se tem disponível, de qualquer forma é preciso começar, para que no futuro a empresa tenha boas equipes de trabalho!