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terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Resultados da Sýndreams no ano de 2016

Por Sýndreams

O ano de 2016 foi muito bom para a Sýndreams Aceleradora. Tivemos o prazer de ter 7 Startups selecionadas para participarem do 8º Concurso Acelera Startup FIESP – Etapa Americana e 2 delas ficaram entre as 10 melhores, sendo a grande premiada também acelerada pela Sýndreams. Ainda no Concurso Acelera, agora na Etapa Capital, tivemos 6 Startups selecionadas entre mais de 5.000 inscritas.

                             

Também tivemos a honra de acompanhar o lançamento e as vendas do livro “Transformando ideias em negócios lucrativos: aplicando a metodologia lean startup” de autoria de Sandra Elisabeth que é mentora e diretora da Sýndreams.



Ao longo de 2016 recebemos mais de 350 inscrições de projetos, dos quais 50 foram aprovados pelos nossos mentores para iniciarem o processo de aceleração. Dos aprovados, conseguimos contatar apenas 20 empreendedores! Os demais não responderam nossos e-mails e ligações.

Dos contatos tivemos a honra de acelerar 05 novas startups, que se juntaram ao grupo de outras 6 Startups que iniciaram o processo ainda em 2015.

                            

Destas 11 aceleradas, 06 finalizam o processo de aceleração em 2016 e apesar de ter sido um ano ruim para os negócios elas conseguiram atingir suas metas e crescer (pouco, mas crescer!).

Não podemos nos esquecer de nossos mentores, que auxiliam os empreendedores em seu dia a dia, desde a conhecerem o mercado para saber o tamanho da oportunidade até realizarem o pós-venda com o cliente, passando pelas questões legais, contratuais, contábeis e jurídicas.


Podemos afirmar que o ano de 2016 não foi nenhum “mar de rosas” (ou foi, afinal rosas têm espinhos). Porém, não temos do que reclamar, afinal as metas foram cumpridas e tudo o que foi proposto foi realizado.


E como saldo de aprendizagem sobrou força de vontade e muito trabalho, afinal só assim se consegue vencer!

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

SIM SP: startups da área de música


A quarta edição da Semana Internacional de Música (SIM) aconteceu no inicio de dezembro de 2016. O evento trouxe palestras, debates, workshops e atividades relacionadas ao mercado musical.


Uma das novidades da edição da SIM São Paulo foi o Pitching, uma apresentação breve de startups para aceleradores de startups e investidores.


A Sýndreams fez parte da banca de avaliação e orientações as startups. Segundo Sandra Elisabeth, Diretora da Sýndreams, o evento foi muito importante e os empreendedores estavam bem preparados. "A música movimenta um mercado amplo no Brasil. A Sýndreams atua com Economia Criativa e temos muito interesse nesse perfil de negócios", comenta Sandra.


Nesta edição, nove projetos foram selecionados e apresentados: Patrícia Palumbo apresentou o case da Rádio Vozes. Na sequencia, Luis Haruna mostrou o projeto de app Índio Indie. Vieram na sequencia Música Gráfica (sobre merchandising para artistas), Aonde o Mura Mora (site que reúne registros de vídeo de alta qualidade de músicos de rua), Banana’s Music Branding (projeto de curadoria musical para marcas), Fleeber (plataforma que conecta profissionais com o mercado da música em cinco idiomas), Gramo (uma empresa de gestão de carreiras), o web app Espalha Cultura e, encerrando, Sonz, um aplicativo que envia ao usuário uma música nova por dia.



Atualmente a Sýndreams acelera a Brasil MP3, uma startup que está trazendo inovações na distribuição de música digital



quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Uma solução para as crises

Por Sandra Elisabeth

Estou lendo um livro chamado “O ponto de mutação” do Fritjof Capra. Neste livro ele conta um pouco sobre a crise econômica/ financeira que os EUA estavam passando na década de 80.


O autor afirma em seu livro que todas as crises acontecem devido a um desequilíbrio natural a que todos os sistemas estão sujeitos. Ele diz ainda que a solução, neste caso, é voltar ao equilíbrio das coisas.

Corroborando com essa visão, temos Marx que afirmava que as crises econômicas são cíclicas, ou seja, elas vão e voltam.

O que me chamou atenção neste caso é que o autor lembra-nos que o mercado é composto por vários sistemas diferentes (sistema econômico, sistema financeiro, sistema social, sistema político, etc.). De acordo com Oliveira, 2005, sistemas são um conjunto de elementos interdependentes e interagentes que visam um objetivo.

Sobre sistemas Casarro, 2001 afirmam que todo sistema tende a entropia, que é a para o desgaste, para o afrouxamento dos padrões e para um aumento da aleatoriedade; geralmente a entropia é caracterizada pela incerteza causada pela falta de informação.

Capra afirma que a solução para essa crise (entropia) é o equilíbrio. E novamente, voltamos a teoria dos sistemas, onde Casarro, 2001 continua afirmando que os sistemas têm uma tendência a se adaptarem a fim de alcançarem um equilíbrio interno em face das mudanças externas do meio ambiente e esta tendência denomina-se: homeostasia.

Ou seja, após um sistema entrar em entropia ele tende automaticamente a se regular e voltar ao equilíbrio.

Um exemplo bem simples de tudo isso é quando um funcionário falta do trabalho em avisar. Invariavelmente essa “falta” gerará um caos no setor, até que se ajuste um outro funcionário e se reorganize as atividades da empresa.

Isso significa que a “crise” irá durar o tempo necessário para o sistema se reordenar.

Voltando ao exemplo anterior, se a empresa tivesse um “plano B” para quando um funcionário falta a crise seria muito menor ou até mesmo inexistente.

Pois bem, apesar do título do artigo o autor do livro não oferece uma “receita” para solucionar as crises, porém nos lembra que a única certeza que temos é que elas irão acontecer e que por isso precisamos estar preparados com “planos B e C”.

Se você não tiver um plano alternativo para os momentos de crise, não tem problema, já que todo sistema tende a homeostasia. A dificuldade será apenas o tempo que levaremos para passar por ela.

Pense nisso!

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Sýndreams participa do Happy Business organizado pelo Núcleo Jovem Empreendedor do CIESP – SBO

Dia 05 de dezembro aconteceu na Cevada Pura de Santa Bárbara D’Oeste o Happy Business realizado pelo CIESP-NJE.



O objetivo do Happy Business é estimular o Networking dos empresários de Santa Bárbara D’Oeste e comemorar o encerramento do ano!


E mais uma vez, os mentores da Sýndreams puderam participar deste evento e conversar com grandes empresários e empreendedores da região, conhecer os principais desafios que tiveram ao longo de 2016 e entender quais as oportunidades existentes para 2017.


Para Sandra Elisabeth, “o Happy Business é a oportunidade de conhecer melhor as demandas da cidade e da região e assim orientar os novos empreendedores em como atende-las”.


Aos organizadores do evento, os nossos parabéns!

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Porque nem sempre a implantação das estratégias dá certo

Por Sandra Elisabeth

Já ouvi muitos empreendedores iniciantes e empresários de carreira afirmando que “tudo fica lindo no papel, mas que no mundo real não dá certo!”.

Alguém aí já se perguntou por que isso acontece?

Bom, eu já! E confesso que no inicio também acreditava que a verdade era essa e que não havia nada a ser feito.

Porém, se essa é a única verdade porque ainda perdemos tempo planejando? Porque tantos autores escreveram livros e livros falando da importância de se colocar as ideias no papel para que elas virem realidade? Será que é tudo enganação?

Não é enganação! O problema de não conseguirmos colocar em prática o que está escrito no papel e, portanto não alcançar as metas ali inseridas é em grande parte devido a nossa falta de competência.


É isso mesmo! Por vezes desenvolvemos planejamentos estratégicos que nós mesmos não conseguimos cumprir... E o que nos falta para ter a competência necessária é capacitação!


O que esquecemos com frequência é que toda empresa é feita por pessoas! São as pessoas que fazem as coisas acontecer! Não são as máquinas, a rede, a velocidade da Internet, etc. São as pessoas. Sendo assim, no momento do planejamento estratégico precisamos levantar quais são as lacunas de capacitação existentes, ou seja, o que falta de conhecimento para aquela atividade ou ação ser realizada pelo seu responsável.

É fácil dizer que a equipe de vendas não bateu a meta e por isso o planejado não foi realizado, mas a equipe estava preparada para cumprir esta meta? Eles tinham o conhecimento necessário do produto, do cliente, da região onde venderiam? Ou faltou alguma coisa, algum conhecimento?

Levantar as lacunas de capacitação de uma empresa não é algo difícil.

Primeiro é necessário a empresa descobrir onde estão as falhas. E se achar complicado levantar isso compare-se com o seu concorrente: o que você faz melhor que ele? E pior? E não invente histórias do tipo “ah meu concorrente vende mais barato porque sonega impostos”, assuma: meu concorrente vende mais barato, eu preciso rever meus custos para verificar se posso também fazer isso!

Depois de saber quais são suas falhas verifique quais competências a empresa precisa ter para solucionar o problema. (Voltando no exemplo acima, talvez seu comprador precise melhorar a forma como negocia preço com fornecedores). Analise se internamente você já tem estas competências, caso não essa se torna uma lacuna de capacitação.

Observe que não estamos procurando “pessoas culpadas”, isso é muito fácil!  Estamos resolvendo o problema: capacitando as pessoas para que não errem mais!

E para evitar o erro, uma startup deve antes de colocar o plano em prática saber exatamente quais competências são necessárias para que dê tudo certo, como planejado. Caso não tenha isso internamente precisará capacitar a equipe antes, evitando os erros futuros.

Já disse muita coisa, quero que entendam que: uma empresa bem sucedida não procura culpados por as coisas não saírem como o planejado. Ela entende o que aconteceu e corrigi a rota. E essa correção invariavelmente passa por capacitação!

Lembre-se disto no momento de “colocar a culpa de” em alguém! Façam acontecer de verdade!

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Startups oportunidades 2017: Brasil 100% Digital e Brasil mais Produtivo

por Stéfano Carnevalli

O ano de 2017 será um ano decisivo para retomada do crescimento e desenvolvimento do Brasil. Alguns programas e propostas do atual governo federal estão ajudando a sinalizar os possíveis cenários para os próximos anos.

Nos programas Brasil 100% Digital e Brasil mais Produtivo há oportunidades reais para startups de diversos setores, principalmente aquelas que podem atuar com o Governo e as Industrias.

Brasil 100% Digital

Um dos eventos promovidos pelo pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), pela Secretaria Geral e Casa Civil da Presidência da República e pelo TCU apontou as principais alterações e metas para o plano a Política de Governança Digital (Decreto 8.638/2016) e da Estratégia de Governança Digital (Portaria 68, de 07.03.2016), bem como várias ações de controle voltadas à indução do desenvolvimento digital.

Essa segunda edição do Seminário Internacional, que aconteceu em novembro de 2016, apontou algumas oportunidades para startups nas seguintes áreas:

  • Controle Externo e Serviços Públicos na era Digital (programa de Inclusão Digital, TI pública e controle digital)
  • Geotecnologias, Analytics e Big Data no Controle (Auditoria de folhas de pagamento e de dados abertos, Fiscalização de obras, demandas e previsão de infraestrutura)
  • Participação Social e Acesso a Informação (Participa.BR, Transparência e Controle Social)
  • Segurança (Uso de biometria, Internet das Coisas, 

Nas apresentações e debates entre especialistas destaca-se o aumento gradativo e continuo de ações para digitalização. Com isso soluções envolvendo aplicativos e softwares serão demandados por diversos setores de governo nos âmbitos Federal, Estadual e Municipal.


Brasil mais Produtivo


O Programa Brasil Mais Produtivo atenderá três mil indústrias de pequeno e médio porte
em todo o Brasil, com o objetivo de aumentar em 20% sua produtividade. A iniciativa é
do Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio (MDIC), SENAI, APEX-Brasil e ABDI, com a parceria do SEBRAE e BNDES.

Para mensurar a efetividade dos resultados, os indicadores de produtividade serão medidos no início e no final do programa com um total de 120 horas de atendimentos de consultoria do SENAI.

Para a avaliação dos resultados, serão utilizados quatro indicadores:

  • Produtividade: o aumento da quantidade de unidades produzidas em um espaço de tempo;
  • Movimentação: a diferença entre o tempo de movimentação antes e depois do programa;
  • Qualidade: a diferença entre o retrabalho antes e depois do programa;
  • Retorno financeiro: a diferença entre o retorno financeiro e o que foi investido no programa.

O MDIC estuda a ampliação do programa Brasil Mais Produtivo em mais duas etapas. A próxima linha de expansão deverá abordar a Eficiência Energética das Indústrias. A terceira fase do projeto de expansão contempla os instrumentos de Manufatura Avançada.
Para startups há várias oportunidades para oferecer serviços e produtos para as Industrias participantes do programa, como por exemplo: controle de produção, canais de comercialização, robótica, novos materiais, monitoramento e desempenho de equipes.

Referências:

Seminário Internacional Brasil 100% Digital 2ª edição
Palestra Estratégia de Governança Digital para o Governo Federal - Ministro Dyogo Oliveira - Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão

Vídeo no canal do TCU sobre o evento: https://www.youtube.com/watch?v=kEr0yLnjY5w

Brasil Mais Produtivo
Perguntas e Respostas, resumo do programa.



quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Sýndreams avalia projetos no 9º Concurso Acelera Startup – Etapa Capital.

No dia 08 de novembro os diretores da Sýndreams, Stéfano Carnevalli e Sandra Elisabeth participaram como avaliadores/ investidores do 9º Acelera Startup – Etapa Capital, organizado pelo Comitê Acelera FIESP.

Sandra Elisabeth e Stéfano Carnevalli
O Concurso Acelera Startup começou em 2012 e hoje é o maior evento de investimento-anjo da América Latina.

Tem como objetivo fomentar o empreendedorismo, além de integrar as necessidades e as expectativas dos empreendedores e dos investidores interessados em investirem em projetos e/ou empresas inovadoras.

Os participantes, previamente selecionados pela Comissão Organizadora, têm a oportunidade de participar de palestras, workshops, mentorias e avaliações classificatórias, inclusive com investidores. Os melhores empreendedores (finalistas) têm a oportunidade de apresentarem os seus negócios, no modelo de “elevator pitch”, à banca de investidores mais seleta do mercado. Dentre os finalistas, os melhores avaliados são considerados como vencedores do Concurso, para fins de premiação.

Momento das avaliações dos projetos
E foi neste ambiente que os diretores da Sýndreams estiveram no último dia 08 de novembro. De acordo com Sandra Elisabeth esta última edição estava repleta de boas ideias e bons negócios e foi efetivamente uma disputa bem apertada entre todos os empreendedores.

Dentre todos os projetos selecionados, os ganhadores do 9º Concurso Acelera Startup foram:

Na categoria pré-operacional:
Startup Protesis, do empreendedor Thiago Jucá, que cria próteses impressas em 3D, a preço mais baixo que o do mercado.

Na categoria operacional:
Startup HPU – Hydraulic Power Unit, do empreendedor Maurício Pazini Brandão, é uma evolução dos sistemas hidráulicos, com menor consumo de energia e de óleo.
  
Os vencedores da nona edição do Acelera Startup com seus troféus. 
Foto: Everton Amaro/Fiesp
Fonte: http://www.fiesp.com.br/noticias/protese-de-mao-de-baixo-custo-e-sistema-hidraulico-revolucionario-vencem-9o-acelera-startup/
 Parabéns aos ganhadores e que aproveitem ao máximo os resultados deste concurso para crescerem e se desenvolverem ainda mais!

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Cultura empreendedora: UNIMEP e Faculdade Dom Bosco

A Sýndreams foi convidada a participar de dois eventos universitários no mês de outubro que estimulam a cultura empreendedora entre os alunos. 

Em Santa Bárbara d´Oeste-SP, A UNIMEP em parceria coma  Incubadora de Empresas "José João Sans", promoveu dentro da Semana de Engenharia uma mesa redonda sobre "Os desafios para pequenas empresas". 


Coordenado pelo Prof. Daniel Monaro, a mesa redonda trouxe dúvidas dos alunos que foram respondidas pelos empresários convidados e um dos articuladores da Sýndreams. Na Semana ocorreram outras palestras e temas relacionados a empreendedorismo.




Outro evento foi a apresentação dos projetos de conclusão e de estudo de caso do curso de Administração da Faculdade Dom Bosco em Piracicaba - SP. Coordenado pelo Prof. Antonio Ivan Cesso com apoio do Prof. Marcelo Fernandes, os alunos após meses de preparo e estudo apresentam suas ideias e estudos.


A Sýndreams têm um papel importante de incentivo aos alunos julgando os trabalhos e indicando os três melhores grupos. 

Prof Ivan (D. Bosco) com Sandra (Sýndreams) 




terça-feira, 1 de novembro de 2016

Desenvolver commodities ou produtos diferenciados?

Por Sandra Elisabeth

Vivenciamos hoje uma grande mudança na concepção de produtos ou serviços. Todos querem “ser donos” de ideias inovadoras, disruptivas e que gerem produtos ou serviços diferenciados.


Mas, o que são produtos diferenciados? São os produtos diferentes dos demais, exclusivo, ao menos na cabeça de quem vai comprá-lo ou usá-lo. E essa é a questão!


Alguns empreendedores “se matam” para desenvolver algo incrível e não se atentam ao que é “incrível” para o cliente. É ele quem decide se o produto ou serviço é realmente diferenciado.

Por mais que a pessoa que desenvolveu acredite que criou algo inovador e diferente, caso o cliente não se convença disso, de nada adiantou!

O autor Eliezer Costa (2003) apresenta uma lista de possibilidades que um empreendedor tem para diferenciar seu produto ou serviço. Vocês poderão perceber que alguns itens não exige muito esforço, mas apenas alguns ajustes. Vale lembrar que o mais importante é o que o cliente acredita ser “O” diferente:

  • Adicionar-lhe novas facilidades, sofisticar-lhe, dar-lhe um charme especial;
  • Criar uma marca, ou usar marca conhecida que inspire confiança e respeito do usuário ou cliente;
  • Apresentar novo empacotamento, embalagem mais bonita, mais atraente, mais adequada ao uso, outros tamanhos ou formas;
  • Fornecer serviços mais amigáveis, mais simpáticos, personalizados;
  • Oferecer equipamentos de uso mais simples, auto explicativos;
  • Usar a qualidade superior como arma competitiva;
  • Aproveitar modas, eventos especiais ou sazonalidade;
  • Explorar a proximidade com o cliente ou usuário visando à customização do produto ou serviço;
  • Oferecer serviços ou produtos confortáveis ao uso;
  • Oferecer serviços ou produtos que respeitem ou preservem a natureza;
  • Oferecer serviços ou produtos que respeitem os critérios de cidadania;
  • Fornecer assistência técnica insuperável;
  • Em um restaurante, ou em um produto alimentar, por exemplo, adicionar um “tempero exclusivo”, exótico, um segredo;
  • Associar o produto ou serviço a uma “causa nobre”, por exemplo, cultural, social, filantrópica.


É claro que existe a possibilidade de desenvolver um produto ou serviço completamente inovador, porém antes de tudo é preciso identificar as necessidades do público alvo.

Uma forma de inovar o produto ou serviço existente é aproveitar as oportunidades oferecidas pelo mercado. Já discutimos isso em outro artigo, mas vale lembrar-se de alguns pontos que são relevantes nesse caso:
  • Atente-se a novas regulamentações (ou novas desregulamentações);
  • Globalização e internacionalização (ou regionalização);
  • Saltos e descontinuidades tecnológicas, por exemplo, em teleinformática, genética, mídia eletrônica ou Internet;
  • Mudanças de hábitos no público alvo ou na clientela.

Independente de qual modelo você resolver seguir, lembre-se de aproveitar seus pontos fortes a seu favor e olhar o que seus clientes estão querendo! Comece e vá ajustando sua ideia e projeto à realidade do mercado.

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Sýndreams esteve presente no 5º Hackathon CAF/FIESP

A Sýndreams participou do grupo de investidores que avaliaram as apresentações dos 5º Hackathon realizado pelo Comitê Acelera da FIESP.


O evento aconteceu entre os dias 15 e 17 de outubro de 2016 na sede da FIESP em São Paulo. Os grupos se organizaram nos primeiros dias e concretizaram 30 projetos que receberam pontuações dos jurados e também foram avaliados por um grupo de investidores.


A edição teve como tema Hackathon Maker: Internet das Coisas, Protótipos e Indústria 4.0. No evento os competidores tiveram que desenvolver sistemas com soluções na área de Mashups (como combinar diversos dispositivos em um para estimular a conectividade e a praticidade no dia a dia das pessoas?), Equipamentos urbanos (no futuro as cidades serão inteligentes. Como os equipamentos urbanos podem se comunicar com seus usuários?) e Wearables (as mudanças no setor vestuário: novas tecnologias e usabilidades para roupas e acessórios).


Segundo Stéfano Carnevalli, representante da Sýndreams, participar do evento foi uma ótima oportunidade para identificar possíveis negócios. "São empreendedores com ideias e grande habilidade, que realizaram em poucas horas um produto quase pronto."


As equipes vencedoras foram:


Mashups: Greenbox, formada por Wilder Roberto Ramos Pereira, Daniel Garcia de Oliveira, Kesia Ventura, Jean Pierre Ferreira da Silva e Julio Cesar dos Santos.Utilizando sensores de solo e um aplicativo, projeto é uma plataforma para educar ensinando as pessoas a cultivarem plantas. 


Equipamentos Urbanos: Smart Health, formada por  João Paulo Varandas, Alison Pedro, Guilherme Ribeiro, Rogério Lima e Dabbie Olivieri. Eles criaram aplicativo para agilizar o atendimento em hospitais, auxiliar na classificação correta de atendimentos emergenciais em pronto socorro, reduzir risco por contaminação na sala de espera.



Wearables: Spider Sense, formada por Thiago Juca, André Luiz Marcolino, Hugo Tanaka, Luiz Junqueira e Jefferson Silva Luciano. Desenvolveu uma solução acoplada a roupa para deficientes visuais para facilitar a locomoção na cidade.


A Menção Honrosa (Escolha dos Investidores) foi para a equipe Eleven, com um aplicativo que transforma em doações para instituições de caridade o deslocamento – como as corridas – de seus usuários, desenvolvido com inspiração num problema de saúde de um dos desenvolvedores. A equipe foi formada por Eduardo Vogel, Hiago Lopes, Vitor Amado, Eduardo Araujo e Fernando Setti.


Para realização do evento foi utilizada a plataforma Multi, focada em proporcionar preparação e oportunidades para estudantes e profissionais. Conheça mais sobre, acesse:

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas - Fapesp

Por Sandra Elisabeth

Na última reunião do Grupo de Inovação do CIESP – Regional de Santa Bárbara D’Oeste o Sr. Rafael fez uma explanação sobre o PIPE-Fapesp (Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas) e eu achei muito importante compartilhar algumas informações com vocês.

O PIPE-Fapesp apoia a execução de pesquisa científica e/ou tecnológica em micro, pequenas e médias empresas no Estado de São Paulo.

O apoio vem em forma de financiamento a fundo perdido, ou seja, um recurso não reembolsável, que significa não ser necessário devolver o dinheiro financiado. A única exigência é prestar contas do recurso financeiro, afinal este é um dinheiro público!

São objetivos do PIPE:
1. Apoiar a pesquisa em ciência e tecnologia como instrumento para promover a inovação tecnológica, promover o desenvolvimento empresarial e aumentar a competitividade das pequenas empresas.
2. Incrementar a contribuição da pesquisa para o desenvolvimento econômico e social.
3. Induzir o aumento do investimento privado em pesquisa tecnológica.
4. Possibilitar que as empresas se associem a pesquisadores do ambiente acadêmico em projetos de pesquisa visando à inovação tecnológica.
5. Contribuir para a formação e o desenvolvimento de núcleos de desenvolvimento tecnológico nas empresas e para o emprego de pesquisadores no mercado.
Para solicitar financiamento no PIPE-Fapesp não é necessário ter título de doutor ou mestre, porém é necessário demonstrar experiência e competência no tema do projeto.

Não há áreas prioritárias no programa PIPE, o exigido é apenas que seja um projeto inovador.

O PIPE tem 4 chamadas anuais, propostas podem ser submetidas em qualquer data e serão consideradas participantes da chamada aberta. As datas de cada chamada podem ser verificadas em fapesp.br/pipe. 

A FAPESP analisa propostas de empresas ainda não constituídas. Empresas startup ainda não constituídas legalmente são incentivadas a submeter. Nos casos em que a proposta for aprovada, o proponente deverá então abrir formalmente a empresa antes de assinar o Termo de Outorga e receber o financiamento.

Há três fases:
A Fase 1 é destinada à verificação da viabilidade técnico-científica da proposta, (duração de até 9 meses e orçamento de até R$ 200.000 mais reserva técnica e benefícios complementares).
A Fase 2, destina-se à execução da pesquisa propriamente dita (duração de até 24 meses e orçamento de até R$ 1.000.000 mais reserva técnica e benefícios complementares).
A Fase 3 visa ao desenvolvimento comercial e industrial da inovação. A FAPESP não pode financiar a Fase 3, mas frequentemente se associa a entidades como a FINEP que podem oferecer recursos. No âmbito do programa PIPE/PAPPE em parceria com a FINEP, tem havido chamadas de propostas conforme descrito em fapesp.br/pappe.

Ou seja: se você tem uma ideia inovadora, falta de recurso financeiro não pode ser o empecilho. Há alternativas e há caminhos. Basta buscar!

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Mentores da Sýndreams participam da semana MTEmpreende – UNICAMP – FCA

Por Sandra Elisabeth

No dia 06 de outubro os mentores da Sýndreams – Sandra Elisabeth e Stéfano Carnevalli participaram do Ciclo de Networking do MTEmpreende promovido pelos alunos da Faculdade de Ciências Aplicadas da UNICAMP - FCA, localizada em Limeira.

O MTEmpreende tem a missão de fomentar o espírito empreendedor dos alunos da UNICAMP. Ao longo de uma semana os grupos participantes contaram com palestras e treinamentos sobre o tema a fim de desenvolverem um projeto de startup. Uma feira expositiva de todos os projetos desenvolvidos foi realizada, onde os grupos foram avaliados pelo público de alunos da faculdade, visitantes e também por uma banca de avaliação técnica.



Ele engloba principalmente as quatro grandes áreas da engenharia da faculdade: Engenharia Ambiental, Manufatura, Produção e Telecomunicações, além dos cursos de Administração, Ciências do Esporte e Nutrição, que também foram convidados a participar.

Durante o Ciclo de Networking podemos notar o emprenho dos alunos em empreender e compreender mais sobre como desenvolver seu próprio negócio.

O que mais nos chamou a atenção foi o interesse dos alunos em questionar os mentores sobre o que era preciso alterar ou melhorar no projeto para ampliar a escalabilidade e o retorno do empreendimento. "Nem sempre os empreendedores aceitam mudar seus projetos, porém os grupos estavam dispostos a pivotar a ideia para ampliar mercado" firmou Stéfano Carnevalli.


Aproveito o artigo para agradecer o convite e parabenizar os organizadores do MTEmpreende por um trabalho tão bem feito!

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Sýndreams participa do evento de comemoração do dia do Administrador na PUC-Campinas

Por Sandra Elisabeth

No dia 28 de setembro participei como painelista do evento de comemoração do Dia do Administrador; evento este que é parte das celebrações dos 50 Anos da Faculdade de Administração da PUC-Campinas, que neste ano também comemora 75 anos de sua fundação.


A temática principal do painel era “Empreendedorismo, Inovação e Startups” e foi mediada pelo Prof. Me Valdenir da Silva Pontes diretor da Faculdade de Administração PUC-Campinas.


Para discutir este tema, além de mim (Sandra Elisabeth), também estavam presentes Dra. Bruna Maira Boa Sorte, representando o Instituto INOVA de São Carlos, responsável pela gestão do Parque Tecnológico Damha; Dra. Mariana Savedra Pfitzner, representando a presidência da CIATEC – Companhia de Desenvolvimento do Polo Tecnológico de Campinas; Prof. Tiago Aguirre, docente da Faculdade de Engenharia de Computação e Coordenador do Programa PUC-Empreende; Gustavo Serafim, aluno do terceiro ano do Curso de Ciências Econômicas do Centro de Economia e Administração e o Professor Mestre Dimas Gonçalves, docente da Faculdade de Administração do Centro de Economia e Administração.

No início do painel foi apresentado o vídeo https://youtu.be/CYtTE4lMPfU com entrevista do Sr. Rafael Ribeiro – Gerente Executivo da ABStartups ao programa Mundo Corporativo da Rádio CBN.

Após o vídeo os painelistas puderam expor seus pontos de vista sobre o tema em debate e também complementar as informações que estavam no vídeo.

Houve uma interação muito boa com a plateia, composta de alunos do curso de administração. Os alunos enviaram várias questões aos participantes do painel. Os principais pontos debatidos foram como as aceleradoras podem auxiliar as Startups, se as Startups são apenas as de tecnologia e sobre como começar um empreendimento.

É importante ressaltar que neste último tópico todos foram unanimes em dizer que o melhor jeito de se começar é fazendo! Que não há motivos para ficar esperando; o melhor é fazer!

Nada diferente do que já vínhamos tratando aqui no blog.

Aproveito a oportunidade para agradecer publicamente aos Diretores do CEA (Centro de Economia e Administração) e a equipe organizadora pelo convite e à todos os alunos e professores que assistiram ao painel, deixo aqui portanto, meu muito obrigada!


terça-feira, 27 de setembro de 2016

Implantando as estratégias

Por Sandra Elisabeth

Depois de uma empresa decidir o que fazer é necessário definir o como fazer para implementar as estratégia.

É importante que o empreendedor tenha bem definido quais serão suas metas e objetivos. Lembrando que estas precisam ser:
=> Mensuráveis;
=> Temporais;
=> Atingíveis;
=> Relacionados com a estratégia.


Geralmente a empresa faz um planejamento estratégico amplo e único que inclui toda a empresa. Porem para se realizar a implementação deste plano é necessário que ele seja dividido entre as áreas funcionais da empresa para que cada um saiba exatamente o que deverá fazer.

Todas as empresas, independente do tamanho, tem no mínimo 4 áreas  funcionais: produção; marketing e vendas; financeiro e recursos humanos. Isso significa que seu planejamento precisará ser dividido em pelo menos 4 áreas para que seja implantado corretamente.

Um outro passo muito importante para se implantar o planejado é elaborar um bom plano de ação. Para se fazer isso o empreendedor precisa se perguntar:
  • O que deve ser feito?
  • Do que depende?
  • Quem deverá fazer?
  • Porque a atividade é importante?
  • Como a atividade deverá ser realizada?
  • Qual o prazo de início e fim de cada etapa?
  • Quanto vai custar?
  • Quais outros recursos serão necessários para que a atividade seja realizada? 


Após responder essas questões, o ideal é que seja elaborado um cronograma de implantação que irá estabelecer as datas de quando as atividades deverão se iniciar e terminar. Isto ajudará na fase seguinte – a de acompanhamento, pois só assim saberemos se tudo está sendo cumprido no tempo certo.


Exemplo de cronograma:


Observe que assim é possível visualizar o que está acontecendo, em que momento e se o planejado está ou não sendo cumprido.

É claro que se isso foi algo tão simples, qualquer um implantaria estratégias, porém sabemos que há várias dificuldades para se fazer isso. Costa (2003) cita algumas delas:
  • Diagnóstico inexistente ou inadequado
  • Foco no “aqui e agora”
  • O “fogo de palha” e a novidade do mês
  • Falta de comprometimento da alta e média gerência
  • Mudanças inesperadas durante o andamento do processo
  • Falta de metodologia adequada e consensual
  • Muita análise, pouca síntese e nenhuma ação
  • Falta de flexibilidade no processo
  • Falta de vinculação dos investimentos com o orçamento operacional
  • Falta de comando para implementação

Enfim, o importante é que você comece a implementar suas ideias agora, neste momento! Não deixe para depois! E sempre acompanhe cada um dos passos que são dados para garantir que tudo sairá como o planejado.

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Ferramentas para formulação de estratégias

Por Sandra Elisabeth

Como tudo na administração de negócios, não existe uma “receita de bolo” para formular suas estratégias. Você pode pensar e desenhar o seu próprio caminho, lembrando é claro de responder o que fazer e como fazer!

Porém, para os que gostam e preferem usar ferramentas para elaborar suas estratégias, aproveito este artigo para deixar algumas dicas:

O empreendedor pode pensar em estratégias de diversificação do seu produto, assim oferecendo:

Produtos ou serviços atuais para clientes novos;
Que como o próprio nome diz, é um modelo onde a empresa oferece seus produtos ou serviços para um novo público alvo.  É claro que ninguém consegue garantir que este novo mercado irá se comportar da mesma forma que o antigo e por isso usar o método lean startup pode ajudar a diminuir os riscos.

Novos produtos ou serviços para os mesmos clientes;
Onde a empresa oferece produtos ou serviços novos para o público alvo que já está acostumada a atender e neste caso o risco é o público alvo não ‘gostar’ do novo produto ou serviço, por isso o ideal é iniciar com u MVP para validar a ideia e mercado.

Novos produtos ou serviços para clientes novos.
Ou seja, uma startup. E aí pessoal, o ideal é começar mesmo com o MVP, medir resultados, colher feedback. Não tem jeito, tem-se que fazer desta forma!


Um outro jeito de se pensar as estratégias é de acordo com a competição do mercado. Neste caso a ferramenta usada pode ser o quadro das “Estratégias competitivas de Porter”.



Diferenciação
Neste caso a empresa ou startup escolhe atuar com produtos diferenciados, fazendo com que invista mais recursos em publicidade, novas tecnologias, pesquisa e desenvolvimento tudo para que seu público alvo a identifique como única no mercado.

Liderança em custo
Aqui a empresa ou startup centra esforços na eficiência e eficácia para diminuir os custos operacionais, geralmente trabalha com produção em massa e produtos ou serviços mais simples, com pouca ou nenhuma diferenciação.

Foco
Também conhecido como produto de nicho, a empresa ou startup escolhe um público alvo muito específico e ás vezes pequeno para oferecer seus produtos ou serviços. Quando a escolha é pela estratégia genérica foco é necessário ainda que o empreendedor decida se irá trabalhar com foco em diferenciação ou em custo.

Além das formas apresentadas anteriormente, você como empreendedor pode:

·         Desenvolver estratégias para melhorar o tratamento com o cliente;
·         Inserir estratégias focadas na qualidade dos produtos ou serviços;
·         Ter estratégias de parceria para ampliação de mercados ou clientes;
·         Desenvolver estratégias com base na liquidez da empresa, focando a melhora financeira da empresa;
·         Elaborar uma estratégia de internacionalização.

Em qualquer uma delas lembre-se de descrever o que será preciso fazer e como será feito! Sem estas informações é impossível transformar as estratégias em ações!

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Como montar um bom portfólio

Por Sandra Elisabeth

Como todos devem saber portfólio é o conjunto de trabalhos realizados por uma pessoa ou a somatória dos produtos e serviços oferecidos por uma empresa.

Hoje falaremos sobre os produtos e serviços oferecidos por uma empresa.

Antes de começar a falar do produto propriamente dito, a empresa precisa segmentar seu mercado em áreas estratégicas, ou seja, escolher seu público-alvo e mercado principal de atuação.


Isso é importante, pois a partir desta informação a empresa saberá o que oferecer e para quem oferecer. Diminuindo o risco de desenvolver algo que as pessoas não queiram.

Após esta “escolha” é importante medir o grau de atratividade deste mercado, respondendo principalmente se é um mercado em ascensão ou um mercado já obsoleto. Este é um ponto importante porque diz respeito ao cliente. Ele vai querer comprar seu produto ou serviço? Ou o que você está colocando no mercado já é considerado obsoleto por esse cliente?

Medindo o grau de atratividade (que pode ser alto, médio, regular ou baixo) é necessário agora compreender quais os valores seu cliente compra ao adquirir seu produto: prazo de entrega, status, relacionamento, atendimento... Esta informação é possível você conseguir elaborando seu Business Model Canvas.

Não esqueça que muitas vezes além de você outras empresas oferecem os mesmos benefícios ao cliente e sua responsabilidade é conhecer bem esses concorrentes e saber no que eles são melhores do que você! Com isso em mãos, é possível programar as ações corretivas necessárias para que seu produto ou serviço “vença” a concorrência.

E lembre-se:
Concorrente não é ameaça! O que VOCÊ faz pior do que ele é seu ponto fraco e o que VOCÊ faz de melhor é o seu ponto forte.
Não terceirize a “culpa”! Assuma-a e faça as mudanças necessárias!

Talvez sua empresa já tenha alguns produtos no mercado, meça em que momento do ciclo de vida eles estão. Não mantenha produtos que estejam entrando na linha do declínio, pois só lhe trarão custos.

Para saber em que momento da vida seu produto está, saiba que os produtos nascentes exigem mais investimentos e têm um retorno a longo prazo, os produtos em crescimento continuam exigindo um certo grau de investimento, porém conseguem oferecer retorno significativo, os já maduros geralmente não exigem nada de investimento e geram um grande retorno financeiro e os em declínio exigem grandes investimentos financeiros (principalmente em publicidade e propaganda) e não oferecem retorno significativo, tendendo a diminuir cada vez mais esse retorno.

Veja a ilustração abaixo que exemplifica o ciclo de vida do produto:


Uma dica importante é: fique atento à sinergia de seu portfólio. Não crie produtos ou serviços que venham a gerar mais custos ou lhe exija uma certa “concorrência”, seja entre os produtos ou mesmo de canais de venda.

O melhor que se tem em um portfólio é quando produtos e serviços diferentes podem ‘dividir’ os mesmos custos fixos, pois diminuí o custo final dos produtos e melhora a competitividade da empresa.

E por fim, atente-se aos riscos de ter apenas um produto ou serviço em seu portfólio, pois é como colocar todos os ovos em uma única cesta. Se a cesta cair, todos os ovos podem se quebrar.

É claro que se você é uma startup irá começar com apenas um produto, porém assim que ele entrar na linha de crescimento inicie o desenvolvimento de algo novo, para que em pouco tempo você possa ter produtos maduros gerando caixa e exigindo pouco investimento.