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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Incentivos: Open Innovation e Feira do Empreendedor

Na mesma semana dois eventos movimentaram a cidade de São paulo com foco no incentivo aos empreendedores. Um deles a tradicional Feira do Empreendedor promovida pelo SEBRAE-SP que reuniu mais de 130 mil participantes. Outro evento foi a 8a Open Innovation Week que reuniu mais de 100 startups inovadoras de diversos seguimentos.

A 8a Open Innovation Week contou com o apoio da Diretora da Sýndreams, Sandra Elisabeth como especialista nas mentorias ás startups.

foto: Arquivo Sýndreams
Open Innovation Week reuniu 50 grandes empresas líderes em inovação no Brasil, mais de 20 investidores e 100 open startups selecionadas durante um ano pelo programa "100 Open Startups"do Wenovate. No final dos 3 dias de evento, dez startups foram selecionadas pelas capacidade de interação com 50 grandes empresas participantes do movimento. Para Sandra Elisabeth o formato do evento permite um grande aprendizado para os participantes. "Alguns empreendedores participantes com certeza construirão empresas de sucesso. As mentorias com certeza contribuem, além das possibilidades de networking." 

foto: Arquivo Sýndreams
Sandra Elisabeth e Stéfano Carnevalli da Sýndreams Aceleradora

A Feira do Empreendora está em sua quinta edição e é uma grande plataforma de aprendizagem, consultorias, cursos, vitrine de negócios. O evento promovido pelo SEBRAE-SP conta com diversos apoios desde bancos até outras instituições fortes como o SENAI, por exemplo.


foto: Arquivo Sýndreams
Segundo o Presidente do SEBRAE-SP, Paulo Skaf, “A presença do grande público na Feira é a prova da confiança e esperança em si mesmo e no Brasil. As micro e pequenas empresas são muito importantes para o País, não só no momento de crise, mas em qualquer momento”.

foto: Arquivo Sýndreams
Quem esteve na Feira pôde, além de concretizar negócios, assistir a palestras, passar por consultorias, conhecer tendências e novidades, se informar sobre gestão, saber mais sobre linhas de crédito e se formalizar como Microempreendedor Individual (MEI). Este ano a Feira ainda contou com o espaço Startup World, reunindo cases e informações sobre negócios de impacto.

foto: Arquivo Sýndreams


Saiba mais:

http://openinnovationweek.com.br/

http://feiradoempreendedor.sebraesp.com.br/

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Criando na crise: inovação em negócios

Por Sandra Elisabeth

Frequentemente ouvimos falar sobre INOVAÇÃO. Cada um de nós tem a sua própria visão e o seu próprio conceito sobre este assunto!

Uns irão dizer que a Apple, o Google é que são empresas inovadoras, porque vivem criando produtos e serviços novos, como o Iphone ou o Google Glass. Não estão errados, pois são empresas que investem em Inovação Radical, ou seja, quebram os paradigmas dos produtos já existentes.

Outros vão dizer que inovação mesmo, faz as empresas que mudaram seus processos de negócios e investiram em máquinas e equipamentos mais modernos. Também estão certos, são as empresas que inovam em seu modelo de negócio, ou seja, passam a fabricar seus produtos (que continuam os mesmos) de forma diferente e inovadora.

Há ainda as empresas que apenas melhoram seus produtos já existentes, ou seja, realizam as inovações incrementais; que são mais fáceis e relativamente baratas de se fazer!

Tudo isto é sim inovação!

 Porém, faltou um personagem importantíssimo em tudo isso: O CLIENTE! Sim, o cliente interfere diretamente no processo de inovação das empresas. É ele quem dirá que tipo de inovação sua empresa deve fazer, quando ela deve fazer e o que efetivamente se espera desta inovação.

A justificativa para isto é muito simples: é o cliente que compra e paga por seu produto! Logo se você desenvolver, criar ou inovar em algo que não agrega nada para seu cliente, você só jogou dinheiro fora!

De patentes e invenções o Brasil está cheio; porém quantos deles efetivamente ganham dinheiro com o que criaram?

E não se engane, não é a quantia de dinheiro que você tem em caixa que irá lhe mostrar com certeza o que vai dar certo. Um exemplo disto é o Pneu Luminoso criado pela Goodyear em 1961. Alguém aí já viu um pneu destes rodando?!

Para não criar um “pneu luminoso” é necessário ouvir o que o cliente PRECISA e saber QUANTO ele estará disposto a pagar.

É; novamente estamos discutindo o que o CLIENTE PRECISA x o que O CLIENTE QUER! Já dei este exemplo em outros momentos, porém ele exemplifica bem esta diferença: “Ford dizia que se ele tivesse perguntado o que os clientes QUERIAM eles diriam um ‘cavalo mais rápido’ e nunca diriam um carro”! Neste exemplo os clientes QUEREM um cavalo mais rápido; porém PRECISAM se locomover mais rápido!

Sendo assim, não podemos ficar imaginando o que os clientes esperam de novidade e sair fazendo! O melhor é ter certeza do que eles precisam. Uma boa forma de se descobrir isto é usando a ferramenta Lean Startup.

Com ela é possível construir um produto mínimo viável e medir o feedback dos clientes. Após a confirmação destes, aí sim, investir e desenvolver coisas novas – que serão na medida do esperado por quem vai pagar a conta: SEU CLIENTE!


sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Case: Pony Toy conquista as crianças com muita inovação, diversão, design e atividade física

Criado em 2013, o Pony Toy hoje se destaca pela sua inovação, pelo designer e pela qualidade percebida pelos clientes no material usado como matéria-prima.

Logo 

Com a imagem da marca associada ao meio equestre, o produto conquistou as crianças e suas famílias de diversas partes do país devido principalmente sua estratégia de vendas online.

O Pony Toy é o primeiro produto patenteado da CBC Brinquedos, fundada em Santa Bárbara D’Oeste-SP e a ideia inicial do fundador do PonyToy era fabricar e vender cavalinhos que galopassem com o movimento da criança. Mas ao iniciar o processo de Aceleração na Sýndreams, o empreendedor percebeu que não teria ‘braço ’ suficiente para produzir a quantidade solicitada pelos distribuidores e revendedores de brinquedos. Sendo assim, ajustou a estratégia e passou a fabricar quase que sob encomenda e vender diretamente para o público final, aumentando suas margens de ganho e diminuindo seus custos fixos.

Hoje o produto é vendido online e recebe pedidos do Brasil inteiro, sendo que a região sul e sudeste são as campeãs de compras! São dois modelos diferentes, um para atender crianças de 1 a 5 anos e outro para atender as crianças de 5 a 9 anos.



De Santa Bárbara D’Oeste para o Brasil

Em Santa Bárbara D’Oeste, interior de São Paulo, é onde está a unidade da CBC Brinquedos. Amparada pela forma inovadora de brincar – o Pony Toy desliza enquanto a criança faz um movimento de galope - o fundador da empresa queria desenvolver um brinquedo que fosse uma atividade física para as crianças, que auxiliasse no desenvolvimento e coordenação motora, que motivasse o afeto aos animais e melhorasse o relacionamento social entre elas.

O Pony Toy já se espalhou pelo Brasil e recebe constantes visitas de outros empresários da indústria de brinquedos. O produto já foi vendido de Norte à Sul sem ter investido nenhuma verba em contratos de publicidade. Além de que o preço do Pony Toy é acessível ao público.

Desde o início de 2015 a empresa está em processo de expansão que engloba sua participação no processo de aceleração da Sýndreams. Foi durante a Aceleração que o idealizador percebeu que o brinquedo Pony Toy poderia ganhar proporções muito maiores se passasse a ser um produto licenciado. “Com o licenciamento poderemos focar nos processos de melhoria contínua do produto e da marca enquanto o licenciado se dedica a produção e comercialização do Pony Toy” afirma Carlos Júnior, sócio da CBC Brinquedos.


Experiência digital e atividade física para as criança


A comunicação e comercialização do Pony Toy com o consumidor é feita pela Internet e pela loja física em Santa Bárbara D’Oeste. Porém, os principais meios de contato são as redes sociais e e-mails. Esta é a principal forma que a empresa tem para gerar experiência com o público. 

Navegando pela Internet os usuários estão cada vez mais antenados nos lançamentos do mercado e não demorou muito para que a marca se aproximasse do público em geral. Além da Internet, as crianças têm papel fundamental na curta história do Pony Toy, já que são fonte de inspiração para a criação do brinquedo. “O nosso foco é incentivar as crianças brincarem de verdade e por isso damos ênfase em nossa divulgação para os benefícios que o Pony Toy oferece às crianças, tais como a prática de atividade física. 

Ao longo do tempo, percebemos que este benefício especificamente é o que mais têm atraído os pais a efetivarem a compra”, explica Carlos.




Expansão do Pony Toy

Após participarem do processo de Aceleração da Sýndreams as vendas do Pony Toy cresceram exponencialmente. Além do crescimento das vendas, o novo modelo de negócios permitiu ter uma redução nos custos e um aumento na margem de lucro.

Hoje, o Pony Toy está em busca de seu primeiro parceiro licenciador, que poderá explorar a marca com exclusividade no Brasil todo. Várias empresas já procuraram os sócios para fechar o negócio, porém nenhuma delas atendeu aos requisitos mínimos para o licenciamento do produto.

O empreendedor segue sua busca por um parceiro, mas já considera o Pony Toy um empreendimento de sucesso devido aos seus resultados mais do que positivos !


Mais sobre o PonyToy: