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terça-feira, 17 de outubro de 2017

Esalqtec realiza 8º Prêmio Empreendetec

A ESALQTec (Incubadora Tecnológica) em conjunto com a Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (ESALQ/USP) e a Fundação de Estudos Agrários “Luiz de Queiroz” (FEALQ) realizaram a 8ª edição do Prêmio Empreendetec.

Na abertura o Reitor da Esalq, Luiz Nussio reforçou "formamos donos de startups".
O Prêmio Empreendetec é um reconhecimento pela contribuição inovativa e evolução tecnológica no município de Piracicaba e região Nessa edição, que aconteceu dia 10 de outubro no Anfiteatro do Parque Tecnológico de Piracicaba, homenageou José Augusto Tomé, cofundador do AgTech Coworking e da AgTech Garage na categoria “Profissional” e a empresa Oxitec do Brasil Tecnologia de Insetos Ltda na categoria “Empresa”. Além de realizar a sessão solene de graduação das empresas Colly Química Indústria e Comércio Ltda e Maxit Tecnologia da Informação Eireli Me.

Reitor da Esalq, Luiz Nussio entrega prêmio
a  Jorge Espanha da Oxitec do Brasil, que criou o Aedes do Bem™ 

Idealizada pela Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (ESALQ/USP) e Fundação de Estudos Agrários “Luiz de Queiroz” (FEALQ), a ESALQTec Incubadora Tecnológica com 10 anos de atuação, abriga projetos de inovação tecnológica do agronegócio, criando um ambiente favorável para que estes se iniciem, se desenvolvam e se concretizem.

Sede da Esalqtec em Piracicaba-SP


A Sýndreams participou do evento a convite do Sergio Marcus Barbosa, Gerente Executivo da Esalqtec, responsável pela gestão da incubadora e um dos idealizadores do AgtechValley, iniciativa que promove fortalecer e criar uma identificação da sociedade com o ecossistema tecnológico de Piracicaba e sua vocação histórica agrícola.

A Sýndreams Aceleradora atua também com startups do agronegócio, onde incentiva parcerias com incubadoras tecnológicas e industriais do setor.




terça-feira, 10 de outubro de 2017

Mercado e Vendas

Por Sandra Elisabeth

Antes de falar de mercado e vendas precisamos saber responder uma simples pergunta: “Quem é o meu cliente?”. E não vale responder “todo mundo”, porque todo mundo não é seu cliente! E já falamos sobre isto várias e várias vezes neste blog!!!

Sabendo quem é o seu cliente é preciso se perguntar: “Em que mercado ele está?”; “O que ele compra?”.

Para responder estas duas questões é precisar lembrar que hoje o mercado é o mundo! Seu cliente e seu concorrente podem estar na China ou ser seu vizinho, tanto faz. Não existem mais dificuldades ou entraves para comprar ou vender!

E sendo o mundo seu mercado, você precisa conhecer as forças que impactam direta ou indiretamente o seu negócio. É seu dever saber como está a economia, a política, as leis, o que as pessoas pensam sobre empresas e o meio ambiente, em que ritmo está o crescimento populacional... enfim, levantar as tendências do macro ambiente e saber quais são suas oportunidades e suas ameaças!


De posse destes dados é hora de planejar suas VENDAS!

E planejar as vendas é diferente de se comunicar com o mercado. Então quando você está pensando nos posts que deve fazer nas redes sociais você está fazendo PROPAGANDA!

Observe o quadro o abaixo:


Veja, o Plano de Vendas é um dos planos táticos que a área de Marketing deve fazer, e é tão importante quanto o plano de promoção (comunicação, propaganda).

Para elaborar um plano de vendas é necessário seguir as seguintes etapas:
1º Avaliar as oportunidades do mercado;
2º Avaliar o como seus pontos fortes podem aproveitar as oportunidades deste mercado;
3º Segmentar seu mercado, focando em um público alvo específico;
4º Estabelecer as metas de vendas;
5º Pensar sua logística e distribuição;
6º Elaborar o plano de ação para a força de vendas.

Não subestime a logística e distribuição, pois impactam diretamente na margem de sua empresa. Hoje à muita oferta de produtos e o cliente final sabe o quanto está disposto à pagar e não vai pagar nem um centavo a mais. Você compra desta forma: olha o produto e avalia se está ou não disposto a pagar o preço da etiqueta; se achar caro, não leva!

Por exemplo, um produto qualquer, no qual o consumidor final está disposto à pagar no máximo R$ 1,50 e o fabricante tem um custo total para fabricar o produto de R$ 0,40, significa que se vender direto para o Consumidor Final terá uma margem de R$ 1,10, mas se usar intermediários, terá uma margem bem menor. Veja:


Por isso, pense bem antes de tomar sua decisão final sobre os canais de vendas!

E não esqueça que planejar as ações da força de vendas significa:

·         Estabelecer metas e objetivos para cada vendedor;
·         Definir os argumentos de vendas destes vendedores, quantas visitas devem fazer, quantas ligações, com qual frequência, etc;
·         Definir a estrutura que seus vendedores precisam ter para atingir os objetivos: telefone, carro, e-mail, planilha, pasta, etc.
·         Definir o tamanho da equipe de vendas: não espere que apenas 1 vendedor atenda o Brasil todo!
·         E por último planeje a remuneração de seus vendedores.

Ah! E se você tem um e-commerce é a mesma coisa. Imagine que sua página Web é uma loja no Centro da Cidade. Você precisa atrair o cliente, fazer que ele entre em seu e-commerce e depois, depois tem que criar a necessidade dele comprar um produto e por último garantir que ele tenha vontade de voltar a comprar com você!

Tudo isso porque manter um cliente é muito mais barato do que conquistar novos!!!

Vendas, mercado, oportunidades, pontos fortes, plano de ação de vendas, distribuição, logística, e-commerce.

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Fundadores da Sýndreams Aceleradora participam do SP Stars

Por Sýndreams

Na última terça-feira, dia 26 de setembro, aconteceu mais uma sessão de mentorias do programa SP Stars.

O SP Stars é um programa de mentorias para startups em São Paulo. Nesta edição 50 startups foram selecionadas para receber mentoria por quatro meses, junto a fundadores de startups, aceleradoras, investidores e especialistas em vendas e marketing digital.


Segundo o site do programa são mais de 300 mentores voluntários: fundadores de startups, aceleradoras, grandes empresas, investidores e agentes do ecossistema de startups de SP que realizam mentorias presenciais individualizadas, com duração de 40 minutos objetivando auxiliar o empreendedor a resolver seus principais problemas.

Dentre os mentores da última edição estavam Sandra Elisabeth e Stéfano Carnevalli, sócios fundadores da Sýndreams, que auxiliaram 4 Startups a chegarem a uma melhor solução para seus desafios.


Para Sandra Elisabeth é muito bom poder participar desta iniciativa em São Paulo com empreendedores tão dedicados e interessados em fazerem seus empreendimentos crescerem.

Stéfano Carnevalli reforça a importância destes encontros para geração de networking entre startups, aceleradoras e investidores; pois segundo ele networking é o recurso mais importantes para quem está começando!


Fique atento para os próximos encontros do SP Stars. Mais informações acesse: www.spstars.co

terça-feira, 26 de setembro de 2017

1º Fórum de Inovação Startup Indústria ABDI

No dia 22 de setembro a ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial), reuniu em São Paulo os participantes do primeiro Programa Conexão Startup Industria.



Durante o evento, que acontece no hotel Tivoli, em São Paulo, mais de 400 participantes entre empresários, industriais, representantes de governo e de startups, agentes públicos envolvidos com inovação e especialistas no setor discutirão a importância de a indústria se conectar com as inovações criadas pelas startups.



A abertura do evento foi realizada por Guto Ferreira, presidente da ABDI, seguido por Elisa Carlos, Gerente de Inovação da ABDI. Ambos elogiaram o avanço do programa e a importância dessa conexão e parcerias criadas. Elisa apresentou os primeiros resultados do Programa Nacional Conexão Startup Indústria, destacando que essa foi um novo jeito de Fazer Política Pública.


A Sýndreams Aceleradora foi uma das instituições de apoio selecionadas para o programa de 2017. Para Stéfano Carnevalli, coordenador do programa na Syndreams, foi uma oportundiade de apreendizado e muitas propostas para o próximo ano. "Com certeza vamos ajudar a ABDI a melhorar a próxima edição e trazer mais startups e industrias para esse ambiente".



Conexão Startup Indústria
A ABDI tem como foco estratégico o apoio à inovação no setor produtivo por meio do Programa Nacional Conexão Startup Indústria, que desenvolve um ambiente de negócios entre startups e indústrias, atuando em ações de integração digital das diferentes etapas da cadeia de valor dos produtos industriais no País. Com edital lançado em março de 2017, o Conexão já viabilizou a conexão de 27 startups com dez grandes indústrias. Ao todo, serão destinados R$ 50 milhões, até 2018, para o programa.



Sobre a ABDI
A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) surgiu no momento de retomada das políticas públicas de incentivo à indústria, em 2004, e se legitimou com órgão articulador dos diversos atores envolvidos na execução da política industrial brasileira. Em mais de uma década de atuação, sob a supervisão do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), a ABDI é a agência de inteligência do governo federal para o setor produtivo e oferece à indústria completa estrutura para a construção de agendas de ações setoriais e para os avanços no ambiente institucional, regulatório e de inovação no Brasil, por meio da produção de estudos conjunturais, estratégicos e tecnológicos.


quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Evento de lançamento da edição 2018 do CONGEPEN recebe Sandra Elisabeth para bate papo sobre “Como atingir resultados conectando propósitos”.

Por Sýndreams


Na última terça-feira, dia 19 de setembro, aconteceu o evento de lançamento da edição 2018 do CONGEPEN – Congresso de Gestão de Pessoas nos Negócios, realizado pela Plano Coaching e Treinamentos com o objetivo de debater as formas que o setor público, privado e as startups estão engajando pessoas alinhando propósitos profissionais e organizacionais.

Na abertura do evento Silvana Gomes Esteves, uma das organizadoras, apresentou os resultados do 1º CONGEPEN que aconteceu em abril de 2017 na UNIMEP. Foi mais de 87% de índice de aprovação e cerca de 97% das pessoas estão aguardando o 2º Congresso em 2018.

Além de Sandra Elisabeth, sócia diretora da Sýndreams Aceleradora, autora, professora, mentora e investidora, também participaram do painel Erotides Gil Bosshard, secretário de administração da Prefeitura Municipal de Piracicaba e Neto Mello, gerente de RH/ HSMT/ Relações Institucionais da Oji Papéis Especiais.

Erotides Gil Bosshard; Neto Mello; Sandra Elisabeth
 Durante o evento o trio de especialistas frisaram a necessidade das instituições, públicas e privadas, reverem sua forma de gerenciar pessoas, objetivando a diminuição do tour over de pessoal e aumento da produtividade. Para eles é claro que as novas gerações tem muito a oferecer à estas instituições, porém se faz necessário um ajuste de expectativas, uma modernização na forma de pensar e agir para que ambos trabalhem em sintonia e assim alcance os resultados esperados.

Para Sandra Elisabeth o mais importante é compreender que existe uma nova geração de jovens chegando ao mercado de trabalho e que estão preocupados com o “ser” do trabalho, ou seja, qual o real impacto que ele irá gerar na empresa, na sociedade, em sua cidade, etc. Independente do salário final, ele espera poder dizer que seu trabalho fez alguma diferença!
Sandra Elisabeth
E é por isso que vivemos um boom de Startups de Alto Impacto Social e Ambiental, são jovens que, claro querem ganhar dinheiro, porém não ‘as custas’ de outrem!

Por fim, os especialistas concluíram que os jovens não vão mudar e que os mais velhos também não, quem muda são as empresas! Irão mudar a forma de contratar, de gerir, de entender trabalho e de cobrar resultados... Será um novo jeito, adaptando-se as pessoas que dão vida aos negócios.

No final do evento Silvana Esteves presenteou os palestrantes com o livro “Novo Manual de Coaching” cujo o capítulo 52 “Coaching para atingimento de metas” é de sua autoria.

Sandra Elisabeth e Silvana Gomes Esteves
Maiores informações sobre o CONGEPEN acessem: https://www.congepen.com.br/.

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Desafios da gestão de pessoas hoje

Por Sandra Elisabeth

Tem sido cada vez mais comum gestores reclamarem de seus colaboradores, principalmente dos mais jovens, por esperarem crescimento rápido de carreira, por pedirem aumentos de salários em menos de 6 meses, por desejarem feedbacks constantes, etc.

É compreensível tudo isso! Para esta geração de gestores isto é uma loucura. A geração deles estava acostumada a ter aumento de salário uma vez ao ano (e olhe lá) e promoção de carreira... nossa, duas ou três durante os 25 anos de trabalho na mesma empresa!

A nova geração, é diferente! Eles estão acostumados com a “velocidade da Internet”, 12 meses para eles é muito tempo!

E aí, quem está certo e quem está errado?

Ambos estão certos! Não há como mudar uma geração inteira. Precisamos aprender a trabalhar com ela.

Sendo assim, o novo desafio da gestão de pessoas é manter talentos! Estes talentos não querem apenas um alto salário, eles buscam reconhecimento, flexibilidade, responsabilidade, feedback, possibilidades de crescimento e desafios, muitos desafios.

Precisam sentir que são indispensáveis na empresa, querem escolher de onde trabalhar e quando trabalhar.

Parece loucura? Sim, concordo! Mas as empresas que estão acompanhando as mudanças e contratando os talentos de forma correta, entenderam que quando o jovem pode escolher quando trabalhar ele trabalha todos os dias, até mais de 8 horas, principalmente se também tiver a escolhe de onde trabalhar.

As profissões estão mudando, as pessoas estão mudando e a tecnologia está aqui para nos auxiliar.


Brigar com uma geração inteira significa “dar murros em ponta de faca”, não vai adiantar nada! Minha dica: mude você, a sua empresa, a sua gestão de pessoas e aproveite ao máximo os pontos positivos que esta geração tem para oferecer!

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Sandra Elisabeth fala sobre “Mercado e Vendas” na Incubadora de Empresas José João Sans

Por Sýndreams

Sandra Elisabeth e Daniel Monaro
(Coordenador da incubadora)
Na última quinta-feira (31/05), Sandra Elisabeth conversou com os empresários e empreendedores incubados na Incubadora de Empresas José João Sans em Santa Bárbara D’Oeste.

O evento faz parte do calendário da incubadora, que uma vez por mês realiza o “Café com Informação”, objetivando levar conhecimento e aprendizado para as empresas incubadas.

Durante a palestra, Sandra Elisabeth frisou a importância de reconhecer as oportunidades existentes no mercado e aproveitá-las antes dos concorrentes, sempre atendendo as necessidades e demandas do cliente.

Foi apresentado para os empreendedores um passo a passo de como estabelecer uma boa estratégia de vendas, levando em consideração o mercado de atuação, a segmentação deste mercado, quais são as metas de vendas, os canais de distribuição e o envolvimento da equipe de vendas.

Para finalizar a palestrante lembrou os empreendedores que “deve-se levar ao consumidor: os produtos e serviços certos; com o preço adequado; promovendo-os na sua linguagem e através do canal adequado”, só assim as vendas acontecerão!


Para saber mais sobre a Incubadora de Empresas José João Sans envie um e-mail para incubadora@santabarbara.sp.gov.br

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Como aplicar a estratégia do “oceano azul”

Por Sandra Elisabeth

A estratégia do oceano azul x oceano vermelho foi desenvolvida por W. Chan Kim e publicada em 2004 no livro “A estratégia do oceano azul”. Até hoje, poucas empresas utilizam esta “filosofia” no desenvolvimento de seus planos.

O preceito do oceano azul é “atacar” mercados que ainda não foram explorados, que não possui concorrentes. Ora, isto tem uma ligação muito grande com a metodologia lean startup e lean innovation.

No lean startup descobrimos a coisa certa a se criar e que os clientes pagarão para ter! Geralmente, estamos falando de produtos inovadores, que atendem uma necessidade ou desejo que não foi ainda explorada pelo mercado, ou seja, ainda não há concorrentes.

Até aqui, tudo bem! Mas e quando a empresa já existe, já atua no mercado, como encontrar este “oceano azul”, e mais como saber se o cliente realmente está neste “oceano azul”?

Minha ideia neste post é oferecer um passo a passo simplificado para que você empresário e empreendedor, consiga chegar nesta resposta:

1º Identifique o que o seu cliente compra de você hoje. Lembre-se de levar em conta qual é o negócio estratégico da empresa e não o negócio míope;

2º Identifique o que o seu cliente espera do produto ou serviço (não só do seu, de maneira geral);

3º Identifique quais são os concorrentes;

4º Enumere quantos concorrentes conseguem atender os requisitos dos clientes;

5º Dê uma nota para o que você oferece e o que os concorrentes oferecem;

6º Agora compare o que você consegue oferecer e o que os concorrentes oferecem.

7º Verifique o que você tem de diferente, que ninguém mais entrega e que os clientes precisam, compram e esperam que o produto ou serviço tenha.

Este diferencial vai te mostrar o caminho do “oceano azul”; ajudará a definir os próximos passos e também quais inovações você precisa desenvolver para ficar à frente de seus concorrentes.

Não se engane, se você fizer mais do mesmo, as mesmas coisas irão acontecer. Então é necessário inovar. Só não podemos inovar no que os demais já fazem muito bem, ou no que o cliente não precisa!

Por isso, fazer esta análise ajuda a definir o melhor caminho, com menos risco envolvido.


Efetivamente é uma análise difícil de ser feita e que precisa acontecer constantemente, afinal seu concorrente não está parado, ele está sempre em movimento e se você parar será engolido por ele!

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Chegou a hora da economia do conhecimento!

Por Sandra Elisabeth

Lendo um artigo estes dias me deparei com estes dois termos: economia máquina e economia do conhecimento e gostaria de dividir com vocês o que aprendi sobre o assunto!

Economia máquina é aquele “velho” jeito de se encarar o capital dentro da empresa: o dinheiro, as máquinas e equipamentos, o estoque, o prédio e a força de trabalho da mão de obra.


Já na economia do conhecimento, soma-se a estes capitais o conhecimento que a mão de obra possuí e que é capaz de gerar inovação, marca, patentes para a empresa.

Ora, faz todo sentido. Afinal, as empresas (máquinas, prédios, etc) não geram conhecimento e muito menos inovação. As pessoas é que geram!

A matéria dizia ainda que a falta de investimento em capital intelectual (conhecimento da mão de obra) tem feito o Brasil diminuir o ritmo de crescimento em produtos e serviços inovadores; e isto é muito ruim, pois quanto menos inovação temos, menos competitivos ficamos.


Há quem diga que as empresas no Brasil não conseguem ser competitivas devido ao alto custo dos impostos, a falta de infra estrutura, o alto custo dos transportes, etc. Não tenho dúvidas que tudo isso também é verdade. Mas veja, nenhum destes aspectos está nas nossas mãos. Infelizmente precisamos esperar (e votar melhor) que os políticos resolvam, criem leis, diminuam impostos...

Porém, o investimento em capital intelectual é nossa responsabilidade. Isto podemos fazer! São nossas decisões diárias que nos aproximam de ter uma empresa mais inovadora. E sabemos que existe recursos, inclusive financeiro a fundo perdido (PIPE-FAPESP, por exemplo), para realizar tal feito.

Por que não fazemos?

Será que ainda enxergamos nossos colaboradores como mais uma engrenagem da fábrica? Ainda vamos discutir apenas a produtividade hora/ homem? E quando vamos discutir a quantidade de conhecimento gerada nesta hora?

A pesquisa que li diz que o Brasil caiu no ranking de empresas com alto investimento nos ativos intangíveis (capital intelectual) devido a crise econômica do país. Eu discordo. Acredito que ainda não saímos da crise econômica (e não crise política) por não investir em inovação.

Cada um tem a sua justificativa!

A única coisa que sei é que as empresas que continuam inovando, estão crescendo, mesmo com o país em crise.


E agora, qual será a sua justificativa para não inovar?!

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Mercado e poder de barganha

Por Sandra Elisabeth

De quem é o poder de barganha hoje?

Alguns vão responder que o poder de barganha é do cliente, outros dirão que está na mão das empresas distribuidoras de produtos (grandes magazines, atacados, etc). Eu diria que depende!


Em uma pesquisa recente (que estou finalizando para um artigo acadêmico e que em breve compartilharei na integra), percebi que quando se trata de produto ou serviço commoditie, sem nenhuma diferenciação, o poder de barganha está na mão das empresas distribuidoras, ou seja, elas ditam para a indústria o que produzir, como produzir, data de entrega e quando a indústria comete alguma falha é penalizada com multas astronômicas.

Isto é comum acontecer no setor têxtil e de confecções, no setor de alimentos, no de autopeças e de peças para reposição e em muitos outros. Quem é da indústria, sabe bem do que estou falando!

Porém, percebi que quando se trata de produtos ou serviços diferenciados ou inovadores os papeis mudam! O consumidor final “exige” que o distribuidor tenha aquele determinado produto, daquela determinada marca. E quando o distribuidor (atacado ou varejo) não tem o que o cliente quer, ele vai procurar em outro lugar, até encontrar!


Nas pesquisas encontrei casos de indústrias que inicialmente não conseguiram colocar seu produto em um determinado ponto de venda (atacado ou varejo) devido à contratos complexos de serem cumpridos (quantidade de produtos, datas, etc) e que com o passar do tempo e a pressão dos consumidores finais, recebeu o pedido deste mesmo ponto de venda, agora com um contrato negociável, nas condições que a indústria conseguia atender. Isto aconteceu, porque o distribuidor começou a perder clientes! Estes iam até o estabelecimento e não encontravam a marca que desejavam e se recusavam a comprar outro produto.

A indústria em questão tem um produto inovador e com alto grau de diferenciação, praticamente sem concorrentes no mercado, por isso o poder de barganha está dividido entre ela e seus consumidores finais – “espremendo” o distribuidor.

Isto mostra que nós, no nosso dia a dia, queremos comprar produtos inovadores, diferentes e que não nos importamos em andar mais para fazer a compra. Mesmo porque, a maior parte destes produtos também é vendida na Internet.

Ficamos mais exigentes, sabemos o que esperar de cada item que compramos, e nos tornamos fiéis a marcas que realmente agregam valor ao nosso dia a dia.

Em contrapartida, tudo o que acreditamos que não agrega valor, é sem diferencial ou inovação, perdemos a fidelidade de marca e nos serve sempre o “mais barato”.


Isto significa que as empresas que quiserem aumentar seu poder de barganha devem estar próximas dos clientes, compreender o que eles realmente precisam e inovar constantemente. Só assim se manterão no mercado e serão lembrados por suas marcas.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Sýndreams participa do DemoDay MobiLab SP

Aconteceu no dia 4 de agosto o o 1º Demo Day MobiLab, evento para apresentar as soluções desenvolvidas pelas startups aos investidores com a participação de autoridades públicas, empresários do setor e mídia especializada. 


A Sýndreams foi convidada pelo Secretário Municipal de Inovação e Tecnologia da cidade de São Paulo, Daniel Annenberg, para participar e conhecer as startups Residentes do Programa MobiLab.

Representando a Sýndreams,
Stéfano Carnevalli e Sandra Elisabeth.
Nesta primeira edição participaram as startups residentes do Programa Residência MobiLab que estavam com seu produto qualificado para ser apresentado ao ecossistema, com objetivo de atrair investimentos e novos clientes.

Em sua fala Daniel Annenberg, secretário de Inovação e Tecnologia, o Demo Day MobiLab vai ao encontro da filosofia da nova gestão, que é inserir São Paulo entre os dez principais hubs de startups do mundo. “Eventos como o Demo Day permitem a inserção da Prefeitura neste ecossistema e fazem com que a sociedade inove e renove sua relação com a cidade”. O secretário de Mobilidade e Transportes, Sérgio Avelleda, destacou: “Os finalistas honraram esse espaço, apresentaram soluções que já têm contribuído para a melhoria da mobilidade urbana. Dinâmicas como esta estimulam a visão arrojada para inovar em escala na cidade”.

Na foto os secretários municipais de São Paulo, Aline Cardoso (trabalho e empreendedorismo) Daniel Anneberger (inovação e tecnologia) e Sérgio Avelleda (transporte e mobilidade)
As cinco startups finalistas apresentaram os Pitchs e foram avaliados por uma banca que selecionou a vencedora e o destaque.

Logbee: plataforma de logística urbana, focada em entregas na grande São Paulo


SafeTruck: sistema de prevenção de acidentes viários que auxilia o motorista durante a condução, reduzindo a possibilidade de acidentes



Scipopulis: desenvolvimento de algoritmos e ferramentas de visualização de dados para ajudar cidadãos, gestores e operadores de transporte público



Woole: aplicativo colaborativo para ciclistas que calcula rotas personalizadas e mapeia locais de interesse



ClickFretado: plataforma online que centraliza todas as excursões em uma única página de busca para facilitar a organização de vans e ônibus fretados para eventos.


A Scipopulis, focada em cidades inteligentes, foi a grande vencedora e recebeu uma viagem a China, que inclui visita técnica à startup de mobilidade Didi Chuxing e participação no Fórum Brasil-China Challenge, que acontece no início de setembro. O prêmio foi oferecido pela 99. Além de levar um maravilhoso trófeu feito pelo Fab Lab Livre SP, em impressora 3D e a laser.

O prêmio Startup Destaque ficou com a Woole, aplicativo cujo propósito é facilitar o uso de bicicleta como meio de transporte na cidade. O app conta com um sistema de navegação para ciclistas com opções de rotas rápidas, seguras, ou planas além de bicicletários e oficinas. Como premiação, uma viagem patrocinada pela Airbnb a São Francisco (EUA) para participar da Conferência TechCrunch, considerado o maior evento de startups do mundo.

Para os representantes da Sýndreams participar do evento permitiu conhecer mais sobre o programa MobiLab e também identificar possíveis startups para o programa de aceleração. 

Mais informações:






terça-feira, 1 de agosto de 2017

O que esperar do livro Planejamento estratégico lean: lean startup no Brasil

Por Sýndreams

Recentemente, nossa mentora Sandra Elisabeth lançou seu 2º livro, intitulado “Planejamento estratégico lean: lean startup no Brasil”, já disponível para compra na Amazon.

Batemos um papo com os autores Sandra Elisabeth e Robisom Calado sobre o livro e vejam só que eles disseram:

Calado e Sandra Elisabeth - autores do livro
Com este livro não esperamos apenas que as empresas recebam um grande investimento e que todos os negócios se transformem no "próximo Facebook."

Na verdade, esperamos que o método apresentado possa minimizar ao máximo os riscos do próprio empreendedor em seu projeto. Ou seja, tentamos provar se a ideia original será viável ou não. Se ela tem mercado e qual e o amanho real dele!

Cada Startup que já passou por este processo teve seu sucesso particular. Algumas chegaram a conclusão que o investimento pessoal de tempo e recurso não valeria a pena pelos resultados que atingiriam. Outras perceberam que tinham grande potencial de crescimento, mas não de escala; ou seja, tem um ótimo faturamento, suficiente para os sócios e para manter o negócio, mas que não será a "pupila dos olhos" de grandes investidores.

E também ha quem desistiu antes mesmo de começar, por nas primeiras analises perceber que o mercado não estaria disposto a comprar a solução proposta, não da forma original! Seria necessário focar a oportunidade e desenhar outra solução para ela, o que alguns empreendedores acharam difícil de ser feito.

Assim, no final de tudo, este método já auxiliou empreendedores a evitarem utilizar todo o recurso de investimento que tinham, possibilitando a todos a chance de pivotar seus produtos/serviços e reiniciar o processo de validação de mercado; ou mesmo de utilizar este recurso para se estabelecer no mercado e continuar com um crescimento sustentável da empresa.

Desejo a todos muito sucesso e muito trabalho! Vamos lá, use o modelo proposto e teste sua ideia você também!

terça-feira, 25 de julho de 2017

Sýndreams é selecionada para programa Startup Indústria da ABDI

por redação e 

A Sýndreams Aceleradora de startups e empresas, com sede em Sta Bárbara d´Oeste-SP, é uma das selecionadas para atuar como Instituição de Apoio no Programa Startup Industria promovido pela ABDI.

A iniciativa da ABDI, que é ligada ao Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic), tem como objetivo causar um impacto positivo nas indústrias e abrir mercado para as startups. O programa investirá mais de R$ 50 milhões, nos próximos três anos, na promoção do ambiente de negócios entre startups e indústrias, com foco na integração digital da cadeia de valor dos produtos industriais, por meio das startups.

São seis fases no total. A primeira fase selecionou 100 startups, 10 industrias e 17 instituições de apoio para a próxima etapa que é o matchmaking, quando os primeiros grupos de trabalho são formados.

O presidente da ABDI, Guto Ferreira, explica que o Startup Indústria nasceu em um contexto de construção colaborativa, com base nas metodologias de startups, pautadas pela agilidade, cooperação e pensamento lean. "O Conexão Startup Indústria é o maior marco do governo federal na busca por conectar a nova geração tecnológica, representada pelas startups, com a indústria nacional. É uma mostra de que a ABDI pode e deve dar a direção estratégica para este novo caminho do setor produtivo brasileiro”, ressaltou Ferreira, ao comemorar a divulgação do ranking das selecionadas, “composta por representantes de peso do ecossistema da inovação no país”.

Das cem startups, as indústrias vão selecionar quatro startups cada de acordo com suas demandas (problemas tecnológicos ou que elas têm em alguma parte do seu negócio) e as instituições de apoio escolhem as empresas nascentes que têm interesse de se conectar e apoiar.

Depois de firmadas as parcerias, as empresas nascentes serão premiadas. Cada uma das 40 startups escolhidas pelas companhias receberá até R$ 200 mil, sendo R$ 80 mil da ABDI e investimento das instituições de apoio.

Na sequência entra a 3ª fase do Startup Indústria, chama de Prova de Conceito. Os empreendedores começam a parte prática, desenvolvendo seus produtos/serviços e as instituições vão ajudar como faz tradicionalmente, com mentorias e apoio em questões jurídicas e gerenciais, por exemplo.

Pela Sýndreams, a coordenação será feita por Stéfano Carnevalli, que já trabalhou no CIESP e SENAC-SP e têm grande experiência com industria e inovação em modelos de negócios. "As Instituição de Apoio vão auxiliar o desenvolvimento do projeto entre a Industria e a Startup. Faremos uma atuação de mentoria as startups e conexão com possíveis investidores", reforça Stéfano Carnevalli .

"As startups selecionadas já estão em operação e com demandas reais das industrias, passam a ter uma atratividade maior para investidores anjo ou mesmo fundos de investimento. É um programa importante e com certeza vai movimentar a economia do país. Estou empolgado com o desafio." finaliza Stéfano Carnevalli.

Mais informações:

Sýndreams www.syndreams.com.br

ABDI www.abdi.com.br

Programa Startup Industria www.startupindustria.com.br/




terça-feira, 18 de julho de 2017

7° Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria

por Stéfano Carnevalli




Promovido pela Confederação Nacional da Industria (CNI) e o SEBRAE, o 7° Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria aconteceu nos dias 27 e 28 de junho de 2017 e reuniu especialistas do mundo todo em torno de dois grandes temas:

  • Inovar é criar valor;
  • Inovações disruptivas.

Foram mais de 30 palestras e painéis simultâneos trazendo discussões de oportunidades e riscos para os empresários investirem em inovação, além de apresentações de tecnologias e tendências em inovação disruptiva.




O evento reuniu mais de 3.000 pessoas na grande maioria empresários e profissionais do setor industrial de todo Brasil e exterior. Um evento bem organizado e que mostrou a força da industria Brasileira: há caminhos para inovar!

Durante a abertura do evento os temas recorrentes estavam relacionados com a capacidade de resposta atual da formação profissional nessa nova Industria 4.0 e as políticas públicas de inovação;
A palavra mais repetida foi de fortalecer o desenvolvimento do ecossistema da inovação no Brasil.

Stéfano Carnevalli, representou
a Sýndreams Aceleradora no evento.
Participar do evento ajudou Stéfano Carnevalli, diretor da Sýndreams a identificar algumas tendências e oportunidades. Destacou duas apresentações:

  • Palestra "Empreendedorismo Exponencial" por Peter Diamandis. Excelente abordagem sobre oportunidades relacionadas a escassez x abundância e linear x exponencial. Segundo Diamandis, as inovações acontecem cada vez mais rápidas. Tudo é exponencial em relação as tecnologias, porém as pessoas ainda são lineares. Para diminuir esse distanciamento há uma demanda de modelos de negócios inovadores.
  • Painel "Tecnologia e Trabalho: como construir convergências" com Duilia de Mello (vice-reitora da Universidade Católica da América e pesquisadora da NASA), Eduardo Padrón (presidente da Miami Dade College e Laércio Cosentino e CEO da TOTVS) e Svante Gunnarsson (diretor do Programa de Engenharia, Física e Matemática do Instituto de Tecnologia da Universidade de Linköping). O painel moderado por Mauro Kern, vice-presidente de operações da Embraer trouxe como principal discussão as relações no aprendizado para novas tecnologias e os novos perfis dos profissionais da industria.


Mais informações sobre o evento, outras palestras e painéis podem ser acessados em: www.congressodeinovacao.com.br/publicacoes

terça-feira, 11 de julho de 2017

Percepções Congresso Investimento Anjo 2017

por Stéfano Carnevalli

Participei do Congresso Investimento Anjo 2017, promovido pela Anjos do Brasil. O evento aconteceu em São Paulo (Capital), no dia 26 de junho, no auditório da FGV.

Vou fazer um breve relato com os principais destaques do evento:

A Abertura do evento foi feita por Maria Rita Spina Bueno, Diretora Executiva da Anjos do Brasil, que reforçou a importância do Investimento Anjo para economia do país.
Na sequêcia, Cassio Spina, Presidente e fundador da Anjos do Brasil apresentou o resultado da Pesquisa sobre Investimento Anjo no Brasil. Os principais resultados foram o aumento do montante de investimento anjo (R$ 851 milhões) e a diminuição de número de pessoas investindo. Das  15.000 pessoas no Brasil que são potenciais investidores anjo (disponibilidade de investimento entre 50 mil A 180 mil), apenas 7.070 realizaram investimentos em startups. Uma redução de 3% em relação ao ano anterior.
Guilherme Afif Domingos, Presidente do Sebrae Nacional, fez um pronunciamento otimista, mas reforçando a importância das reformas no país. Lembrou da história da valorização das pequenas e micro empresas desde o final da década de 1970, e a importância dos investimentos privados para desenvolvimento do Brasil. 


O Presidente da FINEP, Marcos Cintra, aproveitou sua participação no evento para divulgar o Programa Finep Startup, que irá co-investir em startups de diversos seguimentos. Comentou também que em conjunto com o BNDES, A Finep está desenvolvendo um Fundo para investimento anjo.
Tendências
Roger Serrati do Grupo Bradesco fez um panorama das Tendências em Fintech. Para o Bradesco há interesse em startups que atuem com produtos para empresas (B2B) com foco em backoff digital, produtos e serviços personalizados e plataformas digitais que se conectam API dos bancos.
As principais Tendências em Inteligência Artificial & Big Data apontadas por Alessandro Jannuzzi, Microsoft, são: Computação cognitiva (fazendo a máquina aprender você), Visão computacional, Deeplearning, Linguagem natural e reconhecimento de língua e cultura.
No setor de Healthtech, José Claudio Terra, diretor de inovação do Hospital Albert Einstein, falou das apostas da instituição em telemedicina, que este ano representa 30.000 atendimentos no hospital. Outras tendências estão relacionadas a nanotecnologia, biosensores, robótica, inteligência artificial, realidade virtual e medicina de precisão genética.
Por fim, Fernando Scodro, do Grupo Baobá, apresentou o setor de Agrotech, onde as principais tendências estão na utilização de drones e tecnologias para veterinária.
Painéis Corporate Ventures, investidor Anjo e outras palestras

O Congresso ainda reuniu especialistas e representantes de empresas, investidores anjo para diversos painéis e conteúdos.  Em todos conseguimos perceber a preocupação ainda nas questões politicas do Brasil, mas também possibilidades de recuperação rápida caso as medidas e reformas aconteçam rapidamente.
Prêmio Investimento Anjo

Um dos destaques do evento foi o Prêmio Anjos do Brasil. Neste ano duas duas modalidades e respectivos premiados:
Investidores Anjo >> Claude Ricci (Lótus Ventures), Guilherme Horn (Accenture) e Leonardo Teixeira (Lótus Ventures)Empresas Investidas >> Easy Crédito, Geek Hunter e Quero Quitar.
Para mais informações, acesse:

terça-feira, 4 de julho de 2017

Startup Award, Inovação e Congresso Anjos do Brasil

Por Sýndreams

A semana que passou foi uma semana intensa, dedicada à vários eventos voltados à Startup em SP. O diretor e mentor da Sýndreams, Stéfano Carnevalli, esteve presente em todos e compartilha um pouco de cada um deles conosco.

No dia 26 de junho, Carnevalli foi convidado por Eduardo Migliorelli (Atlantic Hub), um dos organizadores do Web Summit Lisboa 2017 à assistir o evento que aconteceu no Instituto Mauá, São Caetano - SP. "A Sýndreams Aceleradora de Empresas e Startups tem acompanhado a formação do ecossistema de startups em Portugal e concretizado algumas parcerias.


A abertura do evento foi realizada por Benecio José, Presidente do ITESCS - Instituto de Tecnologia de São Caetano do Sul que promoveu o evento em conjunto com a Atlantic Hub de Portugal. O evento reuniu 20 startups que apresentaram o pitch para uma banca de investidores. A startup GoEpik (atua com realidade aumentada para Industria 4.0) foi a vencedora que ganhou um convite para participar do Web Summit Lisboa 2017.



Já no dia 27 de junho, Stéfano acompanhou o 7º Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria, que aconteceu no Transamerica Expo Center SP.


Os objetivos do Congresso são promover a inovação empresarial, discutir os riscos e oportunidades para o Brasil diante das inovações disruptivas, apresentar tecnologias-chave para diferentes sistemas produtivos, discutir a capacidade de resposta atual e potencial do sistema empresarial e do sistema de formação profissional, discutir propostas de aprimoramento das políticas públicas de inovação e fortalecer o desenvolvimento do ecossistema da inovação no Brasil.

Guilherme (Dreamidea)
e Stéfano (Sýndreams)
"No congresso tivemos oportunidade de diálogos importantes sobre os desafios e oportunidades na inovação industrial", comenta Stéfano Carnevalli. Reforço também a participação da equipe da Dreamidea, empresa de treinamento parceira da Sýndreams.

No post da próxima semana, teremos mais informações sobre como foi o O 7º Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria




No dia 28 de junho foi o dia do Congresso de Investimento Anjo (CIA) 2017 organizado pela Anjos do Brasil.

Maria Rita, Anjos do Brasil

O CIA 2017 aconteceu no auditório da FGV, e discutiu temas como a evolução do Investimento Anjo do Brasil, as possibilidades de saídas para investidores anjo, tendências setoriais, investimento anjo no mundo, políticas públicas, oportunidades de investimentos, e outros mais relacionados com o investimento anjo. Um dos destaques do evento foi a palestra de Guilherme Afif Domingos - Presidente do Conselho do Sebrae Nacional.


Entrega do Prêmio Anjos do Brasil 2017 (fotos divulgação)

"Foi uma semana intensa, mas com resultados positivos! Os desafios no Brasil ainda são muitos, mas temos a certeza de um avanço dia a dia. Principalmente por que temos muitas instituições, empresas e investidores empenhados em fazer avançar" afirma Stéfano Carnevalli.