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terça-feira, 22 de agosto de 2017

Chegou a hora da economia do conhecimento!

Por Sandra Elisabeth

Lendo um artigo estes dias me deparei com estes dois termos: economia máquina e economia do conhecimento e gostaria de dividir com vocês o que aprendi sobre o assunto!

Economia máquina é aquele “velho” jeito de se encarar o capital dentro da empresa: o dinheiro, as máquinas e equipamentos, o estoque, o prédio e a força de trabalho da mão de obra.


Já na economia do conhecimento, soma-se a estes capitais o conhecimento que a mão de obra possuí e que é capaz de gerar inovação, marca, patentes para a empresa.

Ora, faz todo sentido. Afinal, as empresas (máquinas, prédios, etc) não geram conhecimento e muito menos inovação. As pessoas é que geram!

A matéria dizia ainda que a falta de investimento em capital intelectual (conhecimento da mão de obra) tem feito o Brasil diminuir o ritmo de crescimento em produtos e serviços inovadores; e isto é muito ruim, pois quanto menos inovação temos, menos competitivos ficamos.


Há quem diga que as empresas no Brasil não conseguem ser competitivas devido ao alto custo dos impostos, a falta de infra estrutura, o alto custo dos transportes, etc. Não tenho dúvidas que tudo isso também é verdade. Mas veja, nenhum destes aspectos está nas nossas mãos. Infelizmente precisamos esperar (e votar melhor) que os políticos resolvam, criem leis, diminuam impostos...

Porém, o investimento em capital intelectual é nossa responsabilidade. Isto podemos fazer! São nossas decisões diárias que nos aproximam de ter uma empresa mais inovadora. E sabemos que existe recursos, inclusive financeiro a fundo perdido (PIPE-FAPESP, por exemplo), para realizar tal feito.

Por que não fazemos?

Será que ainda enxergamos nossos colaboradores como mais uma engrenagem da fábrica? Ainda vamos discutir apenas a produtividade hora/ homem? E quando vamos discutir a quantidade de conhecimento gerada nesta hora?

A pesquisa que li diz que o Brasil caiu no ranking de empresas com alto investimento nos ativos intangíveis (capital intelectual) devido a crise econômica do país. Eu discordo. Acredito que ainda não saímos da crise econômica (e não crise política) por não investir em inovação.

Cada um tem a sua justificativa!

A única coisa que sei é que as empresas que continuam inovando, estão crescendo, mesmo com o país em crise.


E agora, qual será a sua justificativa para não inovar?!

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Mercado e poder de barganha

Por Sandra Elisabeth

De quem é o poder de barganha hoje?

Alguns vão responder que o poder de barganha é do cliente, outros dirão que está na mão das empresas distribuidoras de produtos (grandes magazines, atacados, etc). Eu diria que depende!


Em uma pesquisa recente (que estou finalizando para um artigo acadêmico e que em breve compartilharei na integra), percebi que quando se trata de produto ou serviço commoditie, sem nenhuma diferenciação, o poder de barganha está na mão das empresas distribuidoras, ou seja, elas ditam para a indústria o que produzir, como produzir, data de entrega e quando a indústria comete alguma falha é penalizada com multas astronômicas.

Isto é comum acontecer no setor têxtil e de confecções, no setor de alimentos, no de autopeças e de peças para reposição e em muitos outros. Quem é da indústria, sabe bem do que estou falando!

Porém, percebi que quando se trata de produtos ou serviços diferenciados ou inovadores os papeis mudam! O consumidor final “exige” que o distribuidor tenha aquele determinado produto, daquela determinada marca. E quando o distribuidor (atacado ou varejo) não tem o que o cliente quer, ele vai procurar em outro lugar, até encontrar!


Nas pesquisas encontrei casos de indústrias que inicialmente não conseguiram colocar seu produto em um determinado ponto de venda (atacado ou varejo) devido à contratos complexos de serem cumpridos (quantidade de produtos, datas, etc) e que com o passar do tempo e a pressão dos consumidores finais, recebeu o pedido deste mesmo ponto de venda, agora com um contrato negociável, nas condições que a indústria conseguia atender. Isto aconteceu, porque o distribuidor começou a perder clientes! Estes iam até o estabelecimento e não encontravam a marca que desejavam e se recusavam a comprar outro produto.

A indústria em questão tem um produto inovador e com alto grau de diferenciação, praticamente sem concorrentes no mercado, por isso o poder de barganha está dividido entre ela e seus consumidores finais – “espremendo” o distribuidor.

Isto mostra que nós, no nosso dia a dia, queremos comprar produtos inovadores, diferentes e que não nos importamos em andar mais para fazer a compra. Mesmo porque, a maior parte destes produtos também é vendida na Internet.

Ficamos mais exigentes, sabemos o que esperar de cada item que compramos, e nos tornamos fiéis a marcas que realmente agregam valor ao nosso dia a dia.

Em contrapartida, tudo o que acreditamos que não agrega valor, é sem diferencial ou inovação, perdemos a fidelidade de marca e nos serve sempre o “mais barato”.


Isto significa que as empresas que quiserem aumentar seu poder de barganha devem estar próximas dos clientes, compreender o que eles realmente precisam e inovar constantemente. Só assim se manterão no mercado e serão lembrados por suas marcas.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Sýndreams participa do DemoDay MobiLab SP

Aconteceu no dia 4 de agosto o o 1º Demo Day MobiLab, evento para apresentar as soluções desenvolvidas pelas startups aos investidores com a participação de autoridades públicas, empresários do setor e mídia especializada. 


A Sýndreams foi convidada pelo Secretário Municipal de Inovação e Tecnologia da cidade de São Paulo, Daniel Annenberg, para participar e conhecer as startups Residentes do Programa MobiLab.

Representando a Sýndreams,
Stéfano Carnevalli e Sandra Elisabeth.
Nesta primeira edição participaram as startups residentes do Programa Residência MobiLab que estavam com seu produto qualificado para ser apresentado ao ecossistema, com objetivo de atrair investimentos e novos clientes.

Em sua fala Daniel Annenberg, secretário de Inovação e Tecnologia, o Demo Day MobiLab vai ao encontro da filosofia da nova gestão, que é inserir São Paulo entre os dez principais hubs de startups do mundo. “Eventos como o Demo Day permitem a inserção da Prefeitura neste ecossistema e fazem com que a sociedade inove e renove sua relação com a cidade”. O secretário de Mobilidade e Transportes, Sérgio Avelleda, destacou: “Os finalistas honraram esse espaço, apresentaram soluções que já têm contribuído para a melhoria da mobilidade urbana. Dinâmicas como esta estimulam a visão arrojada para inovar em escala na cidade”.

Na foto os secretários municipais de São Paulo, Aline Cardoso (trabalho e empreendedorismo) Daniel Anneberger (inovação e tecnologia) e Sérgio Avelleda (transporte e mobilidade)
As cinco startups finalistas apresentaram os Pitchs e foram avaliados por uma banca que selecionou a vencedora e o destaque.

Logbee: plataforma de logística urbana, focada em entregas na grande São Paulo


SafeTruck: sistema de prevenção de acidentes viários que auxilia o motorista durante a condução, reduzindo a possibilidade de acidentes



Scipopulis: desenvolvimento de algoritmos e ferramentas de visualização de dados para ajudar cidadãos, gestores e operadores de transporte público



Woole: aplicativo colaborativo para ciclistas que calcula rotas personalizadas e mapeia locais de interesse



ClickFretado: plataforma online que centraliza todas as excursões em uma única página de busca para facilitar a organização de vans e ônibus fretados para eventos.


A Scipopulis, focada em cidades inteligentes, foi a grande vencedora e recebeu uma viagem a China, que inclui visita técnica à startup de mobilidade Didi Chuxing e participação no Fórum Brasil-China Challenge, que acontece no início de setembro. O prêmio foi oferecido pela 99. Além de levar um maravilhoso trófeu feito pelo Fab Lab Livre SP, em impressora 3D e a laser.

O prêmio Startup Destaque ficou com a Woole, aplicativo cujo propósito é facilitar o uso de bicicleta como meio de transporte na cidade. O app conta com um sistema de navegação para ciclistas com opções de rotas rápidas, seguras, ou planas além de bicicletários e oficinas. Como premiação, uma viagem patrocinada pela Airbnb a São Francisco (EUA) para participar da Conferência TechCrunch, considerado o maior evento de startups do mundo.

Para os representantes da Sýndreams participar do evento permitiu conhecer mais sobre o programa MobiLab e também identificar possíveis startups para o programa de aceleração. 

Mais informações:






terça-feira, 1 de agosto de 2017

O que esperar do livro Planejamento estratégico lean: lean startup no Brasil

Por Sýndreams

Recentemente, nossa mentora Sandra Elisabeth lançou seu 2º livro, intitulado “Planejamento estratégico lean: lean startup no Brasil”, já disponível para compra na Amazon.

Batemos um papo com os autores Sandra Elisabeth e Robisom Calado sobre o livro e vejam só que eles disseram:

Calado e Sandra Elisabeth - autores do livro
Com este livro não esperamos apenas que as empresas recebam um grande investimento e que todos os negócios se transformem no "próximo Facebook."

Na verdade, esperamos que o método apresentado possa minimizar ao máximo os riscos do próprio empreendedor em seu projeto. Ou seja, tentamos provar se a ideia original será viável ou não. Se ela tem mercado e qual e o amanho real dele!

Cada Startup que já passou por este processo teve seu sucesso particular. Algumas chegaram a conclusão que o investimento pessoal de tempo e recurso não valeria a pena pelos resultados que atingiriam. Outras perceberam que tinham grande potencial de crescimento, mas não de escala; ou seja, tem um ótimo faturamento, suficiente para os sócios e para manter o negócio, mas que não será a "pupila dos olhos" de grandes investidores.

E também ha quem desistiu antes mesmo de começar, por nas primeiras analises perceber que o mercado não estaria disposto a comprar a solução proposta, não da forma original! Seria necessário focar a oportunidade e desenhar outra solução para ela, o que alguns empreendedores acharam difícil de ser feito.

Assim, no final de tudo, este método já auxiliou empreendedores a evitarem utilizar todo o recurso de investimento que tinham, possibilitando a todos a chance de pivotar seus produtos/serviços e reiniciar o processo de validação de mercado; ou mesmo de utilizar este recurso para se estabelecer no mercado e continuar com um crescimento sustentável da empresa.

Desejo a todos muito sucesso e muito trabalho! Vamos lá, use o modelo proposto e teste sua ideia você também!

terça-feira, 25 de julho de 2017

Sýndreams é selecionada para programa Startup Indústria da ABDI

por redação e 

A Sýndreams Aceleradora de startups e empresas, com sede em Sta Bárbara d´Oeste-SP, é uma das selecionadas para atuar como Instituição de Apoio no Programa Startup Industria promovido pela ABDI.

A iniciativa da ABDI, que é ligada ao Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic), tem como objetivo causar um impacto positivo nas indústrias e abrir mercado para as startups. O programa investirá mais de R$ 50 milhões, nos próximos três anos, na promoção do ambiente de negócios entre startups e indústrias, com foco na integração digital da cadeia de valor dos produtos industriais, por meio das startups.

São seis fases no total. A primeira fase selecionou 100 startups, 10 industrias e 17 instituições de apoio para a próxima etapa que é o matchmaking, quando os primeiros grupos de trabalho são formados.

O presidente da ABDI, Guto Ferreira, explica que o Startup Indústria nasceu em um contexto de construção colaborativa, com base nas metodologias de startups, pautadas pela agilidade, cooperação e pensamento lean. "O Conexão Startup Indústria é o maior marco do governo federal na busca por conectar a nova geração tecnológica, representada pelas startups, com a indústria nacional. É uma mostra de que a ABDI pode e deve dar a direção estratégica para este novo caminho do setor produtivo brasileiro”, ressaltou Ferreira, ao comemorar a divulgação do ranking das selecionadas, “composta por representantes de peso do ecossistema da inovação no país”.

Das cem startups, as indústrias vão selecionar quatro startups cada de acordo com suas demandas (problemas tecnológicos ou que elas têm em alguma parte do seu negócio) e as instituições de apoio escolhem as empresas nascentes que têm interesse de se conectar e apoiar.

Depois de firmadas as parcerias, as empresas nascentes serão premiadas. Cada uma das 40 startups escolhidas pelas companhias receberá até R$ 200 mil, sendo R$ 80 mil da ABDI e investimento das instituições de apoio.

Na sequência entra a 3ª fase do Startup Indústria, chama de Prova de Conceito. Os empreendedores começam a parte prática, desenvolvendo seus produtos/serviços e as instituições vão ajudar como faz tradicionalmente, com mentorias e apoio em questões jurídicas e gerenciais, por exemplo.

Pela Sýndreams, a coordenação será feita por Stéfano Carnevalli, que já trabalhou no CIESP e SENAC-SP e têm grande experiência com industria e inovação em modelos de negócios. "As Instituição de Apoio vão auxiliar o desenvolvimento do projeto entre a Industria e a Startup. Faremos uma atuação de mentoria as startups e conexão com possíveis investidores", reforça Stéfano Carnevalli .

"As startups selecionadas já estão em operação e com demandas reais das industrias, passam a ter uma atratividade maior para investidores anjo ou mesmo fundos de investimento. É um programa importante e com certeza vai movimentar a economia do país. Estou empolgado com o desafio." finaliza Stéfano Carnevalli.

Mais informações:

Sýndreams www.syndreams.com.br

ABDI www.abdi.com.br

Programa Startup Industria www.startupindustria.com.br/




terça-feira, 18 de julho de 2017

7° Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria

por Stéfano Carnevalli




Promovido pela Confederação Nacional da Industria (CNI) e o SEBRAE, o 7° Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria aconteceu nos dias 27 e 28 de junho de 2017 e reuniu especialistas do mundo todo em torno de dois grandes temas:

  • Inovar é criar valor;
  • Inovações disruptivas.

Foram mais de 30 palestras e painéis simultâneos trazendo discussões de oportunidades e riscos para os empresários investirem em inovação, além de apresentações de tecnologias e tendências em inovação disruptiva.




O evento reuniu mais de 3.000 pessoas na grande maioria empresários e profissionais do setor industrial de todo Brasil e exterior. Um evento bem organizado e que mostrou a força da industria Brasileira: há caminhos para inovar!

Durante a abertura do evento os temas recorrentes estavam relacionados com a capacidade de resposta atual da formação profissional nessa nova Industria 4.0 e as políticas públicas de inovação;
A palavra mais repetida foi de fortalecer o desenvolvimento do ecossistema da inovação no Brasil.

Stéfano Carnevalli, representou
a Sýndreams Aceleradora no evento.
Participar do evento ajudou Stéfano Carnevalli, diretor da Sýndreams a identificar algumas tendências e oportunidades. Destacou duas apresentações:

  • Palestra "Empreendedorismo Exponencial" por Peter Diamandis. Excelente abordagem sobre oportunidades relacionadas a escassez x abundância e linear x exponencial. Segundo Diamandis, as inovações acontecem cada vez mais rápidas. Tudo é exponencial em relação as tecnologias, porém as pessoas ainda são lineares. Para diminuir esse distanciamento há uma demanda de modelos de negócios inovadores.
  • Painel "Tecnologia e Trabalho: como construir convergências" com Duilia de Mello (vice-reitora da Universidade Católica da América e pesquisadora da NASA), Eduardo Padrón (presidente da Miami Dade College e Laércio Cosentino e CEO da TOTVS) e Svante Gunnarsson (diretor do Programa de Engenharia, Física e Matemática do Instituto de Tecnologia da Universidade de Linköping). O painel moderado por Mauro Kern, vice-presidente de operações da Embraer trouxe como principal discussão as relações no aprendizado para novas tecnologias e os novos perfis dos profissionais da industria.


Mais informações sobre o evento, outras palestras e painéis podem ser acessados em: www.congressodeinovacao.com.br/publicacoes

terça-feira, 11 de julho de 2017

Percepções Congresso Investimento Anjo 2017

por Stéfano Carnevalli

Participei do Congresso Investimento Anjo 2017, promovido pela Anjos do Brasil. O evento aconteceu em São Paulo (Capital), no dia 26 de junho, no auditório da FGV.

Vou fazer um breve relato com os principais destaques do evento:

A Abertura do evento foi feita por Maria Rita Spina Bueno, Diretora Executiva da Anjos do Brasil, que reforçou a importância do Investimento Anjo para economia do país.
Na sequêcia, Cassio Spina, Presidente e fundador da Anjos do Brasil apresentou o resultado da Pesquisa sobre Investimento Anjo no Brasil. Os principais resultados foram o aumento do montante de investimento anjo (R$ 851 milhões) e a diminuição de número de pessoas investindo. Das  15.000 pessoas no Brasil que são potenciais investidores anjo (disponibilidade de investimento entre 50 mil A 180 mil), apenas 7.070 realizaram investimentos em startups. Uma redução de 3% em relação ao ano anterior.
Guilherme Afif Domingos, Presidente do Sebrae Nacional, fez um pronunciamento otimista, mas reforçando a importância das reformas no país. Lembrou da história da valorização das pequenas e micro empresas desde o final da década de 1970, e a importância dos investimentos privados para desenvolvimento do Brasil. 


O Presidente da FINEP, Marcos Cintra, aproveitou sua participação no evento para divulgar o Programa Finep Startup, que irá co-investir em startups de diversos seguimentos. Comentou também que em conjunto com o BNDES, A Finep está desenvolvendo um Fundo para investimento anjo.
Tendências
Roger Serrati do Grupo Bradesco fez um panorama das Tendências em Fintech. Para o Bradesco há interesse em startups que atuem com produtos para empresas (B2B) com foco em backoff digital, produtos e serviços personalizados e plataformas digitais que se conectam API dos bancos.
As principais Tendências em Inteligência Artificial & Big Data apontadas por Alessandro Jannuzzi, Microsoft, são: Computação cognitiva (fazendo a máquina aprender você), Visão computacional, Deeplearning, Linguagem natural e reconhecimento de língua e cultura.
No setor de Healthtech, José Claudio Terra, diretor de inovação do Hospital Albert Einstein, falou das apostas da instituição em telemedicina, que este ano representa 30.000 atendimentos no hospital. Outras tendências estão relacionadas a nanotecnologia, biosensores, robótica, inteligência artificial, realidade virtual e medicina de precisão genética.
Por fim, Fernando Scodro, do Grupo Baobá, apresentou o setor de Agrotech, onde as principais tendências estão na utilização de drones e tecnologias para veterinária.
Painéis Corporate Ventures, investidor Anjo e outras palestras

O Congresso ainda reuniu especialistas e representantes de empresas, investidores anjo para diversos painéis e conteúdos.  Em todos conseguimos perceber a preocupação ainda nas questões politicas do Brasil, mas também possibilidades de recuperação rápida caso as medidas e reformas aconteçam rapidamente.
Prêmio Investimento Anjo

Um dos destaques do evento foi o Prêmio Anjos do Brasil. Neste ano duas duas modalidades e respectivos premiados:
Investidores Anjo >> Claude Ricci (Lótus Ventures), Guilherme Horn (Accenture) e Leonardo Teixeira (Lótus Ventures)Empresas Investidas >> Easy Crédito, Geek Hunter e Quero Quitar.
Para mais informações, acesse:

terça-feira, 4 de julho de 2017

Startup Award, Inovação e Congresso Anjos do Brasil

Por Sýndreams

A semana que passou foi uma semana intensa, dedicada à vários eventos voltados à Startup em SP. O diretor e mentor da Sýndreams, Stéfano Carnevalli, esteve presente em todos e compartilha um pouco de cada um deles conosco.

No dia 26 de junho, Carnevalli foi convidado por Eduardo Migliorelli (Atlantic Hub), um dos organizadores do Web Summit Lisboa 2017 à assistir o evento que aconteceu no Instituto Mauá, São Caetano - SP. "A Sýndreams Aceleradora de Empresas e Startups tem acompanhado a formação do ecossistema de startups em Portugal e concretizado algumas parcerias.


A abertura do evento foi realizada por Benecio José, Presidente do ITESCS - Instituto de Tecnologia de São Caetano do Sul que promoveu o evento em conjunto com a Atlantic Hub de Portugal. O evento reuniu 20 startups que apresentaram o pitch para uma banca de investidores. A startup GoEpik (atua com realidade aumentada para Industria 4.0) foi a vencedora que ganhou um convite para participar do Web Summit Lisboa 2017.



Já no dia 27 de junho, Stéfano acompanhou o 7º Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria, que aconteceu no Transamerica Expo Center SP.


Os objetivos do Congresso são promover a inovação empresarial, discutir os riscos e oportunidades para o Brasil diante das inovações disruptivas, apresentar tecnologias-chave para diferentes sistemas produtivos, discutir a capacidade de resposta atual e potencial do sistema empresarial e do sistema de formação profissional, discutir propostas de aprimoramento das políticas públicas de inovação e fortalecer o desenvolvimento do ecossistema da inovação no Brasil.

Guilherme (Dreamidea)
e Stéfano (Sýndreams)
"No congresso tivemos oportunidade de diálogos importantes sobre os desafios e oportunidades na inovação industrial", comenta Stéfano Carnevalli. Reforço também a participação da equipe da Dreamidea, empresa de treinamento parceira da Sýndreams.

No post da próxima semana, teremos mais informações sobre como foi o O 7º Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria




No dia 28 de junho foi o dia do Congresso de Investimento Anjo (CIA) 2017 organizado pela Anjos do Brasil.

Maria Rita, Anjos do Brasil

O CIA 2017 aconteceu no auditório da FGV, e discutiu temas como a evolução do Investimento Anjo do Brasil, as possibilidades de saídas para investidores anjo, tendências setoriais, investimento anjo no mundo, políticas públicas, oportunidades de investimentos, e outros mais relacionados com o investimento anjo. Um dos destaques do evento foi a palestra de Guilherme Afif Domingos - Presidente do Conselho do Sebrae Nacional.


Entrega do Prêmio Anjos do Brasil 2017 (fotos divulgação)

"Foi uma semana intensa, mas com resultados positivos! Os desafios no Brasil ainda são muitos, mas temos a certeza de um avanço dia a dia. Principalmente por que temos muitas instituições, empresas e investidores empenhados em fazer avançar" afirma Stéfano Carnevalli.

terça-feira, 27 de junho de 2017

Trabalhar em grupo ou formar equipes?

Por Sandra Elisabeth

Esta parece ser uma pergunta ambígua, alguns talvez responderiam que tanto faz já que grupo e equipe são praticamente sinônimos!!! Eu particularmente prefiro formar equipes, pois equipes são muito mais produtivas que grupos.

Explico: Grupos e equipes são diferentes.

Nos grupos as pessoas trabalham individualmente em prol de um objetivo.


Exemplo: o professor pede um trabalho para um grupo de alunos, estes rapidamente dividem em partes e cada um faz sua parte. Depois, todos os alunos encaminham suas partes para um único aluno “juntar” e então entregam o “Frankstein” para o professor. O que estes alunos aprenderam? Cada um aprendeu uma parte. Já corrigi trabalhos feitos em grupo por alunos em que uma parte inteira está errada e os alunos se perguntam: quem fez essa parte? Porque você não viu que estava errado? Etc..


Já as equipes trabalham em conjunto para atingir o objetivo.

Exemplo: no mesmo modelo citado anteriormente estes alunos se reuniriam (online ou presencialmente) para desenvolverem o trabalho, pensariam e discutiram sobre o assunto em conjunto e se algo der errado todos sabem do que se trata, não havendo “culpados”.




Os exemplos são bem simples, do nosso cotidiano, e de coisas que fazemos com frequência para “facilitar” nossas vidas. Sim, porque trabalhar em grupo é mais fácil do que em equipe.

Levando este exemplo para o dia a dia da empresa: funcionários que trabalham em grupo são individualistas e acreditam que quando sua parte está feita está tudo certo. Porém, sabemos que caso a empresa não entregue o produto finalizado o cliente não vai pagar e se o cliente não pagar ninguém na empresa vai receber. Não adianta um ter feito “sua parte”, porque o cliente deseja o todo!

Não é fácil transformar um grupo em equipe, exige muito trabalho dos diretores e do RH da empresa, porém quando isso acontece as coisas ganham maior fluidez e os problemas são resolvidos com mais assertividade.


Não existe uma “receita” para fazer isso, depende muito do capital humano que se tem disponível, de qualquer forma é preciso começar, para que no futuro a empresa tenha boas equipes de trabalho!

terça-feira, 20 de junho de 2017

Como um ERP pode ampliar o número de clientes

Por Gabriela Vitória, redatora na empresa GestãoClick, estudante de direito e formada no Coleguium Rede de Ensino, entre as 10 melhores escolas do Brasil.

O foco de qualquer empresa é aumentar o seu lucro, para isso, é preciso que sempre haja pessoas interessadas no produto ou serviço oferecido. O ERP pode ampliar o número de clientes na área de vendas, e, ainda, ser um grande aliado do empresário que deseja ter mais controle sobre seu negócio.

O ERP, em inglês Enterprise Resource Planning, é uma ferramenta de gerenciamento de recursos e setores desenvolvida para ajudar você a organizar o seu empreendimento. Todos os dados são armazenados em um único sistema que facilita o acesso a informações importantes.

Muitas empresas ainda não sabem como usar o software para melhorar seu desempenho, principalmente em relação a novos clientes. Contudo, esse tipo de plataforma é essencial para que o empresário saiba como gerenciar seu negócio,visando o maior potencial de lucratividade.

Por que o ERP pode ampliar o número de clientes?


É comum muitas pessoas questionarem como o ERP online pode ampliar o número de clientes. A verdade, é que a ferramenta é essencial para qualquer empresa que deseja ter um controle maior sobre todos os setores. Entenda como esse sistema vai te auxiliar.
  • Sempre pronto para atender: A funcionalidade de controle de estoque em um ERP online permite que você gerencie tal departamento da sua empresa com maestria. Assim, você sempre terá acesso às informações para manter disponível os produtos que seus clientes mais procuram. Dessa forma, você não perde clientes por não ter produto a pronta entrega.
  • Vendedores têm Mais Informações: O ERP pode ampliar o número de clientes justamente por oferecer mais informações importantes para os vendedores que poderão, então, tomar atitudes mais eficazes. Um sofwtare online permite que você emita relatórios sobre seus clientes te dando mais informações e tornando as vendas mais rápidas
  • Ajuda a Empresa a Entender seus Clientes: Ao saber a idade, sexo, onde reside, grau de instruções e outros dados dos seus clientes, você pode criar ações de marketing que façam com que eles se identifiquem cada vez mais com o seu produto ou serviço.
  • Estratégia de marketing: Diversas empresas têm adotado um software até mesmo para auxiliar na estratégia de marketing. Isso porque ao ter conhecimento exato do que é mais vendido, através do controle de vendas, você pode investir ainda mais na promoção desse produto. Em muitos casos, o empresário pode avaliar que determinados itens com pouca saída não são vantajosos para o seu negócio.
  • Venda mais rápido: Um sistema de gestão torna as suas vendas mais rápidas, já que possui a funcionalidade de venda Balcão PDV. Dessa forma, a sua empresa fica marcada pela eficiência e agilidade, atraindo clientes e fidelizando os que já conhecem sua loja.
  • Simplifique Processos: O software irá ajuda você a simplificar processos e ações que antes exigiam muito tempo e desgaste, tais como: reunir resultados, planejar estratégias, criar gráficos de investimentos e etc. 
Esses fatores mostram não somente que o ERP pode ampliar o número de clientes, mas, também, como o programa ajuda o empresário a gerenciar, de maneira mais fácil e eficaz, todos os recursos e setores do seu negócio.

De que Maneira Devo Utilizar Esse Software


O melhor jeito de se usar o ERP para ampliar o número de clientes é cadastrando todos os dados possíveis sobre eles no sistema, bem como as informações da própria empresa. Ao invés de separar tudo em dezenas de planilhas, concentre tudo de relevante no seu empreendimento em um só lugar.

Dessa maneira, por exemplo, o setor de vendas poderá consultar diretamente as informações do estoque, bem como do departamento de entregas. Isso irá facilitar todos os processos, e, ainda, irá construir um histórico que poderá ser analisado futuramente para a busca de melhorias.

Além disso, o ERP pode ampliar o número de clientes por meio do estudo do perfil de cada um. Saber os gastos e preferências de cada consumidor irá ajudar a empresa a elaborar estratégias para conseguir mais compradores.

Informações na Mão Agora é só Agir


Depois de inserir um sistema ERP em sua empresa, e colocar todos os dados dela no programa, chegou a hora de usá-lo para melhorar o gerenciamento do seu negócio.

Aproveite que a ferramenta interliga setores e departamentos e construa planos de ação em conjunto para obter melhores resultados no seu negócio. Tenha em mente que todas as informações podem ser aproveitadas para criar estratégias específicas.

O ERP pode ampliar o número de clientes, mas essa é apenas uma das suas funções. Estude como o programa opera e de que modo a sua empresa pode aproveitar ao máximo a praticidade que ele oferece.

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Inovação enxuta baseada em lean startup

Por Sandra Elisabeth

Na RevistaExame de 07 de junho de 2017 a jornalista Aline Scherer publicou a seguinte matéria: “A vez da inovação enxuta”, apresentando como novidade o método Lean Startup usado em empresas para melhorarem seus processos inovadores.


Pois bem, talvez para estas empresas citadas (P&G, GE, Grupo Votorantim e Faber Castell) realmente seja novidade. Porem, na Sýndreams já utilizamos este método para inovar em empresas há algum tempo!


Apenas recapitulando: o Lean Startup é uma metodologia ágil de desenvolvimento de clientes, ou seja, uma forma rápida de descobrir o que o cliente realmente deseja comprar. 

Utilização da metodologia Lean Startup nos processos sucessivos de filtragem das ideias para a concepção de novos produtos ou serviços (Baseado em SLACK, 2009).

E para isto precisamos:

1º Plan: Planejar rapidamente, com o uso do Modelo De Negócios Canvas, para escolher entre as diversas opções de inovação;

2º Do: Construir, fazer, desenvolver o MVP – produto mínimo viável;

3º Check: Checar, testar como os clientes reagem a este MVP, estão ou não comprando?

4º Action: Agir, analisar os dados coletados e pivotar ou transmutar o produto para atender a necessidade do cliente.

São passos simples, que dão rapidez e agilidade as empresas, permitindo que elas inovem tanto quanto as startups do Vale do Silício.

Fato cada dia mais comprovado!

terça-feira, 6 de junho de 2017

Porque é tão difícil fazer vendas

Por Sandra Elisabeth

Vendas é um dos componentes do marketing. Vender consiste em oferecer e comunicar ideias, produtos e serviços em troca de dinheiro e feedback de mercado. Porém, durante muitos anos vivemos sob o conceito de Ford, onde “todos podiam escolher a cor de um carro, desde que fosse preto”. E apesar deste conceito ser da década de 20, muitas empresas continuam “empurrando” seus produtos e serviços para seus clientes.

 

Alguns até tentam usar ferramentas mais modernas, como o Canvas, por exemplo, para auxiliar no planejamento das vendas, mas o fazem começando da “Proposta de Valor”, ou seja, o que eu tenho em mãos hoje e depois pensam para quem oferecer. Está errado! Continuamos fazendo como Ford na década de 20. A única mudança foi o formato do plano... Você continua dizendo: “Tenho um carro preto (valor), quem pode querer compra-lo (cliente)?”.

O conceito mais atual é o de primeiro conhecer quem é o meu cliente e com base nestas informações desenvolver ou ajustar o produto, serviço ou as estratégias de vendas. É assim que fazemos: nos perguntamos quem é o cliente? E depois, o que ele deseja comprar (valor)?
Claro, que corremos o sério risco dele NÃO querer comprar o que estamos oferecendo... E isso é bom! É a informação que precisamos saber para fazer as mudanças necessárias em nosso produto ou serviço.

Sem essa informação, talvez gastemos um “rio de dinheiro” em publicidade e propaganda e não conseguiremos obter retorno algum! Daí a culpa é da agencia de publicidade, é do consultor de marketing, etc...

Talvez até possa ser, afinal, buscar e conhecer o feedback do cliente é obrigação do setor de marketing... Mas quando a empresa não quer fazer a mudança, diz que o cliente está errado em pedir o que está pedindo, deve querer não vender mais!

Vender é difícil, porque infelizmente não gostamos de ouvir “não”; tratamos nossos produtos e serviços como filhos perfeitos e qualquer problema identificado é de quem está reclamando!

Quando aprendermos a ouvir as necessidades dos clientes e compreender o que eles realmente compram, vender fica mais fácil... começaremos a ver filas em frente de nossas lojas, assim como acontece com a Apple em dia de lançamento de produtos. Não é a quantidade de investimento em propaganda que te faz aumentar as vendas é o investimento em conhecer e atender o cliente que te diferencia dos concorrentes.


Vender é um dom, que tem apenas as empresas que sabem ouvir!

terça-feira, 30 de maio de 2017

Maio o mês da indústria

Por Sýndreams

Para quem não se lembrou ou não sabia, o último dia 25 de maio foi comemorado o dia da indústria.


Esta data foi escolhida em homenagem ao patrono da indústria nacional, Roberto Simonsen, que faleceu em 25 de maio de 1948. Roberto Simonsen foi um engenheiro, industrial, administrador, professor, historiador e político, além de membro da Academia Brasileira de Letras – ABL.

Roberto Simonsen.
Fonte: FIESP
Roberto Simonsen foi escolhido patrono da indústria nacional porque na década de 1930, desempenhou papel fundamental para a consolidação do parque industrial brasileiro. Ele sempre trabalhou a favor da indústria nacional.
Enquanto os países ricos estavam em conflito (1938 a 1945) o Brasil começava a fabricar os produtos até então importados da Europa e da América do Norte.
A inauguração da Siderúrgica de Volta Redonda foi o impulso que faltava para essa atividade que se tornava forte, mas ainda estava sob responsabilidade do Estado.
O mundo mudou, a indústria cresceu, mas ainda precisamos lutar pela indústria... Antes eram os governos que não tinham interesse no desenvolvimento industrial privado, hoje me parece que até mesmo os trabalhadores ainda não entenderam a importância da indústria.
Uma indústria forte garante bons empregos e bons salários, uma indústria falida quebra um país! Eu não estou falando das grandes multinacionais, que para quem não sabe de acordo com o SEBRAE no Brasil representam apenas 5% das empresas.

Isso mesmo, 95% das empresas no Brasil são micro, pequenas e médias empresas. Ou seja, cada lei, cada regra, cada gesto contra a indústria prejudica os pequenos empreendedores, que estão tentando melhorar sua própria vida e a de seus funcionários.


Minha sugestão: antes de criticar o empresário nacional, lembre-se que ele é como você e talvez tenha até um pró-labore menor que o seu salário, os “ricos” infelizmente não são a maioria...

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Lean Startup: uma forma de minimizar as incertezas inerentes aos processos inovadores

Por Sandra Elisabeth

O método lean startup ficou mundialmente conhecido por ser um modo de “empreender com pouco” e hoje já existem muitos livros e artigos que contam as histórias de empresas e empreendedores que utilizaram-se do lean startup para empreender.

Eu mesma publiquei um livro internacionalmente em 2015 (Transformando ideias em negócios lucrativos: aplicando a metodologia lean startup) que trata deste assunto de forma muito simples, para que empreendedores leigos pudessem compreender o que é e como aplicar o lean startup.


Porém, mas do que empreender com pouco recurso financeiro, esta metodologia proporciona uma melhor gestão de riscos nos negócios, principalmente dos que envolvem a necessidade de altos investimentos financeiros.

Como já disse em outros artigos, sim é possível empreender sem dinheiro; porém as inovações de disruptura exigem um alto investimento e possuem grandes riscos.

E após 10 anos estudando Gestão de Marketing, 7 anos estudando sobre o assunto Lean Startup, 2 anos estudando sobre Inovação e 1 ano estudando sobre Indústria 4.0, posso afirmar que o método Lean Startup não é apenas uma ferramenta administrativa que auxilia o empreendedor a tirar sua ideia do papel com pouco recurso financeiro e de tempo.
Método Lean Startup comparado com PDCA
O lean startup é uma forma de realizar o planejamento estratégico da empresa e gerir os riscos inerentes ao negócio, principalmente os de processos e produtos inovadores.

Não é atoa que empresas já estabelecidas tem procurado a Sýndreams para auxiliá-las na utilização desta ferramenta para desenvolvimento de clientes, planejamento estratégico e gestão de riscos nos processos de inovação.

E não só as empresas estão buscando nesta metodologia soluções de planejamento e gestão de risco, como a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) também tem olhado para as metodologias ágeis (lean startup e canvas) uma forma de auxiliar o desenvolvimento industrial do país, haja vista o programa ‘Startup – Indústria’ e seus objetivos.


O método lean startup nasceu “pequeno” (lean), para auxiliar quem estivesse começando. Mas hoje, já amadureceu e ficou grande, e é capaz de fazer muito mais do que antes!

terça-feira, 16 de maio de 2017

Sandra Elisabeth realiza palestra na Feira da Empregabilidade na Faculdade Anhanguera de Santa Bárbara D’Oeste

Por Sýndreams

No último dia 13 de maio aconteceu na Faculdade Anhanguera de Santa Bárbara D’Oeste a Feira da Empregabilidade. O objetivo deste evento é aproximar quem procura trabalho ou estágio de quem oferece vagas no mercado, além de proporcionar uma programação que auxilia no desenvolvimento da carreira e na ascensão profissional.

Sandra Elisabeth durante palestra na Faculdade Anhanguera
E como empregabilidade é a condição de uma pessoa se manter sempre empregada e constantemente procurada e convidada pelas organizações do mercado. Para se manter a empregabilidade é necessário fazer a gestão da própria carreira assumindo totalmente a responsabilidade de se atualizar e reciclar constantemente.

Nossa mentora, Sandra Elisabeth, foi convidada por Fernanda Celin à palestrar sobre “Startup, Aceleradora e Investidor Anjo” para os alunos e comunidade em geral que busca mais que um trabalho ou emprego: gerar renda para si e para outros desenvolvendo seu próprio negócio.

Sandra Elisabeth e Fernanda Celin
Durante a palestra, Sandra Elisabeth, tirou dúvidas sobre os conceitos de Startups, porque procurar uma aceleradora ou incubadora e também deu dicas de como conseguir um investidor-anjo.

Ficou interessado nas informações discutidas na palestra? Entre em contato conosco (criativa@syndreams.com.br), faça suas perguntas, ficaremos felizes em responde-las

terça-feira, 9 de maio de 2017

O MVP (produto mínimo viável) é um “produto medíocre?”

Por Sandra Elisabeth

Atualmente os empreendedores tem tido muita dificuldade com os prazos estipulados para um aplicativo ou software ficar pronto e ser lançado.


Independente do programador ser sócio da empresa, free lancer, terceirizado, contratado... ou qualquer outro modelo possível, desconheço casos em que o produto final (App ou Software) foi entregue na primeira data combinada.

Tanto é que se a promessa for entregar em 30 dias já esperamos para 60 dias!!!

Até pouco tempo atrás eu (Sandra Elisabeth) acreditava que isso acontecia devido ao preciosismo que os programadores tinham, em querer entregar o melhor MVP possível. Porém, recentemente ouvi o seguinte desabafo de um desenvolvedor: “Todos aqui estão dando o melhor de si e vocês querem que eu entregue um trabalho medíocre? E depois, dirão que não deu certo, ou será preciso refazer por minha C U L P A?”.

Então, a ficha caiu!


Todos os envolvidos em um novo projeto querem que ele dê certo, que exista vendas, que os investidores coloquem dinheiro e por isso se empenham muito, mais muito mesmo para que tudo dê certo! E os programadores / desenvolvedores também querem se emprenhar, no mesmo “nível” para que isso aconteça! Então, enquanto o produto final não ficar o melhor possível eles não consideram pronto...

Eles não estão errados, todos se empenharam... e agora querem que ele seja “medíocres”? Não, eles não serão medíocres e vão querer entregar o melhor do melhor!!!

O que talvez os programadores não saibam é que infelizmente, ou felizmente após o início da Startup e esse esforço gigantesco de todos os envolvidos para o lançamento inicial do MVP, quem vai trabalhar sem parar um minuto será ele (programador), pois os clientes ao usarem o produto desejarão melhorias e essas melhorias serão feitas por ele e pela equipe dele.

Os demais sócios (administradores, vendedores, etc) apenas entregarão ao programador os feedbacks dos clientes... e terão que aguardar as mudanças para continuar...


Resumidamente, como Trías de Bes e Kotler reforçam em “A bíblia da inovação” “os mercados mudam tão rapidamente que não faz sentido esperar até que uma inovação (App ou Software) esteja perfeita, pois ainda precisaremos modifica-la ou melhorá-la no curto prazo”.

Por isso meus queridos programadores, NÃO queremos que vocês sejam medíocres e a “culpa” por mudanças nos projetos desenvolvidos não é de vocês; é do mercado. Por mais que tentemos agradar o cliente não conseguiremos fazer isto na primeira vez. Haverá muitas mudanças, pivotaremos várias vezes até conseguir chegar em um produto final!

E lembre-se que nem até hoje o Windows está pronto!!! Ele até já travou em apresentações públicas de lançamento... E qual é o problema disso acontecer??? A empresa continua tendo muitos clientes, sendo considerada uma empresa inovadora e está tudo bem!


Pensem nisso! O MVP é o produto mínimo viável que me levará a conhecer o que o cliente final deseja de fato e não um produto medíocre!