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terça-feira, 17 de abril de 2018

Programa “Empresários em Destaque” entrevista Sandra Elisabeth

Por Sýndreams


Confira a entrevista que Sandra Elisabeth, sócia da Sýndreams Aceleradora de Startups e Empresas concedeu à SBNotícias TV. A entrevista aborda a história e as principais características desta empreendedora, bem como os desafios que enfrentou e algumas curiosidades sobre ela.


Clique aqui e assista o vídeo.


quinta-feira, 12 de abril de 2018

Sýndreams com Startups na Autocom 2018

As startups Yashar Software e a Food Serve participarão da 20ª edição da Autocom, a maior feira de automação para o comércio da América Latina.

   


O convite foi feito pela InputService que produz uma linha completa de impressoras térmicas portáteis (impressoras Leopardo). A parceria com a Yashar levou ao stand da InputService um avançado sistema para restaurantes que há mais de 2 anos já está integrado com as impressoras Leopardo, e atende mais de 100 clientes na região de Campinas-SP.



Segundo Eduardo Elias (Yashar acelerada pela Sýndreams) o sistema sempre está disponível aos parceiros para reforçar a venda dos produtos deles. "No ano passado fizemos uma solução para mostrar o funcionamento do EasySAT da Kryptus e esse ano a parceria com a Input foi excelente, pois já temos clientes usando de forma remota as impressoras", comenta.   


A Food Serve  está integrando ao software da Yashar um sistema de Inteligência de Mercado, incluindo ferramentas de treinamento e IOT. A startup que está em pré-aceleração na Sýndreams está trazendo diversas inovações para o setor. Raphael Peruccini um dos sócios da startup aproveitou a Autocom para conhecer soluções e integrar mais parceiros, "Estamos criando um ambiente de integração para os nossos clientes e as novidades sempre são bem vindas, conclui.




A AUTOCOM 2018 aconteceu entre os dias 03 e 05 de abril sendo um dos maiores "palcos" para a exposição de novas ideias e produtos do mercado de automação para o comércio.


Ao longo dos três dias, os corredores do pavilhão e os estandes das 150 marcas expositoras registraram intensa movimentação de profissionais do varejo, indústria, desenvolvimento de software, logística, revendas, bancos, instituições financeiras, setor público e outros ligados à automação comercial.



O ambiente Inova AUTOCOM foi criado para propiciar encontros entre startups e empresários a fim de criar oportunidades e possíveis investimentos. Após uma rodada de pitchs entre as inscritas no segundo dia da feira, o comitê julgador escolherá a mais inovadora e representativa inovação do setor de automação para o comércio. O Diretor da Sýndreams, Stéfano Carnevalli, acompanhou a ação e aproveitou para conhecer algumas startups que podem ser aceleradas no futuro.

terça-feira, 3 de abril de 2018

Curso Lean Startup durante o VII Congresso Lean Six Sigma

Por Sýndreams

O Grupo de Inovação e Gestão na Saúde (GIGS) da Unicamp promove o VII Lean Six Sigma Congress, durante os dias 12 e 13 de abril, das 9 às 18 horas, no auditório 5 da Faculdade de Ciências Médicas (FCM).

Durante o Congresso haverá diversas palestras, cursos, workshops, mesas redondas e muito networking.



Um dos cursos será o de Lean Startup, que acontecerá no dia 12 de abril das 12h00 as 14h00 e será ministrado por Sandra Elisabeth, diretora da Sýndreams Aceleradora de Startups e Empresas, autora dos livros “Transformando ideias em negócios lucrativos: aplicando a metodologia lean startup” e “Planejamento estratégico lean” e também professora da Universidade São Francisco.


O objetivo do curso Lean Startup é apresentar a metodologia lean startup e os exemplos de empresas que cresceram usando este método, capacitando os participantes no uso das ferramentas aplicadas em startups para gerar resultados mais rápidos em empresas de qualquer setor, porte e tamanho.

Para mais informações e inscrições acesse: https://www.leansixsigmabrasil.com/leanstartup

terça-feira, 27 de março de 2018

Diretor da Sýndreams fala sobre Tendências do Mercado na reunião mensal do NJE – CIESP Sta. Bárbara

Por Sýndreams


Na última terça-feira (20/03) aconteceu na UNIMEP de Sta. Bárbara D’Oeste a reunião mensal do NJE – CIESP da cidade.

O coordenador do NJE, Daniel Monaro, que também é professor da UNIMEP realizou o encontro mensal do Núcleo Jovem Empreendedor na universidade com o intuito de integrar os alunos com os empresários, demonstrando as possibilidades do mercado em empreendedorismo e intraempreendedorismo.


A palestra principal foi feita pelo diretor da Sýndreams Aceleradora, Stéfano Carnevalli, que apresentou um pouco das Tendências do Mercado.

Durante a apresentação ele frisou que as tendências apresentadas já estavam acontecendo e são realidade para muitos países mais desenvolvidos, como por exemplo, a impressão de casas em 24 horas realizada por duas empresas americanas.

Ao final da palestra Stéfano Carnevalli apontou que só sobrarão no mercado as empresas e empreendedores que estiverem preparados para este futuro!

terça-feira, 20 de março de 2018

Ecossistema de Empreendedorismo: acelerando sua startup

Por Sýndreams


No dia 19 de março, aconteceu na UNIMEP de Sta. Bárbara o encontro “Ecossistema de Empreendedorismo: acelerando sua startup”.

Auditório UNIMEP
Com o apoio do CAF (Comitê Acelera FIESP), da Sýndreams Aceleradora de Startups e Empresas, da UNIMEP, do CIESP de Sta Bárbara e da Incubadora de Empresas José João Sans foi possível apresentar aos empreendedores da região algumas informações importantes do ecossistema empreendedor brasileiro.

Na abertura do evento, os diretores do CAF, Fernando Seabra e Marcus Maida, apresentaram os resultados obtidos nas 18 Etapas do Concurso Acelera Startup Fiesp. Os números confirmam a importância do Concurso Acelera Startup e o coloca como o maior da América Latina.

Fernando Seabra - Diretor CAF; Bruno Aguiar - Representante Incubadora de Empresas Sta. Bárbara; Rafael Razuk - Coordenador Engenharia Elétrica UNIMEP; Marcus Maida - Diretor CAF; Sandra Elisabeth - Diretora Sýndreams Aceleradora; Stéfano Carnevalli - Diretor Sýndreams Aceleradora; Edgar Brito - Profº UNIMEP e Manoel Mendez - Profº UNIMEP

O evento contou também com a apresentação dos seguintes temas:
  • "Ecossistema de empreendedorismo"com Marcus Maida – representante do CAF 
  • "Pilares da Criação - Pitch” com Fernando Seabra – diretor do CAF 
  • "Lean Startup" com Sandra Elisabeth – mentora e diretora da Sýndreams Aceleradora
A mensagem principal deixada pelos palestrantes foi a de que o empreendedor é a peça chave do empreendimento, ou seja, ele é que precisa dar o start sabendo que também precisará investir em sua ideia e que sozinho não conseguirá chegar em lugar nenhum!

A seguir algumas fotos do evento:

Evento apresentado por Stéfano Carnevalli.


Fernando Seabra e Marcus Maida
Resultados Concurso Acelera Startup FIESP

Marcus Maida
Ecossistema de Empreendedorismo

Fernando Seabra
Pilares da Criação - Pitch

Sandra Elisabeth
Lean Startup


terça-feira, 13 de março de 2018

Aceleração da inovação

Por Sandra Elisabeth


Algumas pessoas me questionam sobre os impactos da inovação e chegam até a duvidar da velocidade de mudança do mercado.


O fato é que a inovação não é algo novo, sempre existiu; a diferença, claro, está na diminuição do tempo entre o desenvolvimento da tecnologia e seu uso no mercado, como apresentado no quadro abaixo:




E além da velocidade entre desenvolvimento da tecnologia e seu uso no mercado, temos outro dado importante: o tempo que esta inovação levou para atingir 50 milhões de usuários.

Observe:




Entenda que a cada ano que passa a velocidade do uso da tecnologia por um grande número de pessoas aumenta mais e mais.

Não é uma tendência nova! Algo específico de uma geração! É a história fazendo história...

Existem coisas que não tem volta e por exemplo, a inovação, a indústria 4.0 e a impressão 3D de absolutamente tudo (de brinquedo à casas) já é realidade.

E como já disse em posts anteriores, as empresas que não se adaptarem, não inovarem infelizmente irão fechar suas portas!

quarta-feira, 7 de março de 2018

O processo de marketing

Por Sandra Elisabeth

É interessante o quanto alguns empreendedores se preocupam em ampliar a propaganda de seus produtos e serviços. Eles imaginam que a consequência lógica disto é o aumento das vendas, do faturamento e do lucro!


Digo “imaginam”, porque nem sempre aumentar os investimentos na comunicação do negócio trazem estes resultados. Pense no pior restaurante que você já visitou. Qual a probabilidade de almoçar nele novamente? Pouca, nenhuma... E se este mesmo restaurante passasse a fazer propaganda na TV em horário nobre, você passaria a almoçar nele de novo? Acredito que não!

Observe que em um curto espaço de tempo este restaurante poderá até receber um grande números de clientes, mas se ele não mudar o atendimento, a higiene, a qualidade, etc. estes ‘novos clientes’ também não voltarão mais!

Entendem o porquê a propaganda (pura e simples) não resolve a falta de clientes?

Nestes casos, o mais adequado é utilizar corretamente as estratégias de marketing (lembrem-se dos 4 P’s: produto, preço, promoção, praça) seguindo o passo a passo do processo de marketing, proposto por Kotler (2014):




1. Entender o mercado e as necessidades e os desejos dos clientes

Qualquer semelhança com a formulação do Canvas não é mera coincidência! Saber quem é o seu cliente e o que ele compra ajuda a formatar a estratégia mais adequada e que irá atingir as metas e objetivos esperados.

2. Elaborar uma estratégia de marketing orientada para o cliente

De nada adianta saber quem é o seu cliente se a estratégia desenhada não se encaixa com as necessidades e desejos dos clientes! Se seu cliente busca por qualidade, tenha um produto de qualidade (não apenas ‘diga’ que tem).

3. Desenvolver um programa de marketing que proporcione valor superior

Significa que não adianta simplesmente copiar o que seu concorrente faz! É preciso ir além e atender com exatidão o que o cliente espera.

4. Construir relacionamentos lucrativos e criar a satisfação do cliente

Parece lógico, mas nem sempre é! Oferecer produtos para teste ou gratuitos com o intuito de cobrar depois não é inteligente. O cliente se sente enganado. O melhor é desde o inicio estabelecer os critérios de precificação adequados para a empresa e cliente.

5. Capturar valor dos clientes para criar lucros e valor do cliente

O processo de marketing é um ciclo contínuo. Toda a resposta que se tem deve-se usar para melhorar a estratégia e ampliar os resultados.

Nem é tão difícil assim!

Acho que o mais complicado tem sido convencer os empreendedores que marketing é muito mais que propaganda e envolve a empresa como um todo!

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Mentores da Sýndreams participam de lançamento dos Resultados da pesquisa GALI - Qual o impacto dos programas de aceleração nos negócios?

Por Sýndreams


No dia 20 de fevereiro, aconteceu em São Paulo, no Impact Hub São Paulo o lançamento dos Resultados da pesquisa GALI - Qual o impacto dos programas de aceleração nos negócios?

Brent Ruth
Foi um evento só para convidados que reuniu aceleradoras, incubadoras e pesquisadores do campo para apresentar a pesquisa GALI (Global Acceleator Learning Initiative).

GALI é uma pesquisa global inciada em 2013 que tem o objetivo de auxiliar aceleradoras e incubadoras a avaliar o impacto que geram nas empresas participantes de seus programas. O GALI quer intensificar as análises e dados sobre esse ecossistema no Brasil, iniciados com esse estudo lançado em 2017. Pela primeira vez a equipe do GALI vem ao Brasil, representada por Brent Ruth, Gerente de Parcerias Globais para o Entrepreneurship Database Program na Emory University, instituição responsável pela pesquisa, em parceria com a ANDE. 

Na ocasião, nossa mentora Sandra Elisabeth, presenteou o Sr. Brent Ruth com seu livro Transforming ideas into profites: starting up in Brazil e a equipe do ANDE na pessoa da Sra Ana Mathias com o livro Transformando ideias em negócios lucrativos: aplicando a metodologia lean startup.

Brent Ruth, Sandra Elisabeth e Ana Mathias

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

O cliente sempre tem razão?

por Sandra Elisabeth

Esta uma questão amplamente discutida no marketing, afinal de contas o cliente é quem mantem financeiramente a estrutura da empresa em pleno funcionamento!



O problema é que estas discussões ficam sempre no que acontece durante o ciclo de vendas (pré-venda – efetivação da venda e pós-venda) e ninguém discute esta “razão do cliente” antes da elaboração do produto ou serviço final.

Um exemplo disto é o aumento das marmitas. Já pensou qual é o real motivo das pessoas carregarem marmitas saudáveis (mesmo as que possuem boas condições financeiras) ao invés de comerem em restaurantes? Sei que na maior parte das vezes é a própria nutricionista que recomenda ao cliente cozinhar seu próprio alimento, devido ao exagero de temperos, gorduras saturadas e combinações de pratos que os restaurantes usam.

Muito bem, já sabemos disto tudo, mas me parece que alguns donos de restaurante ainda não entenderam isto e caem na tentação de promoções, vender mais barato ou comprar produtos de qualidade ruim para diminuírem seus custos.

Conseguiram perceber uma descombinação entre a necessidade e desejo do cliente e o que a empresa está oferecendo? E então, o cliente tem ou não razão?

(Este mesmo exemplo vale para diversos outros tipos de produtos e serviços, usei este porque é mais simples de perceber as nuances).

Se a empresa não consegue atender o cliente no que ele precisa, ela o perde, e muitas vezes sem se quer saber o motivo. Buscar diferenciação é mais do que apenas oferecer um “plus” do produto ou serviço, é entregar para o cliente o que ele busca sem que precise dar um “jeitinho” para usar.


Tudo isto para afirmar que o cliente é fundamental para uma empresa desde a idealização do produto e serviço não podendo ser esquecido em nenhum momento do processo de desenvolvimento do plano de negócios, pois a cada esquecimento é um passo dado ao caminho do insucesso!

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

"Jamais se dê por vencido"

Por Sandra Elisabeth

Quero compartilhar com vocês a imagem de um quadro muito inspirador que tenho aqui em meu escritório e que não sei se todos conhecem:


A frase “Nunca se dê por vencido. Desenvolvemos a sabedoria com os fracassos muito mais do que com os sucessos.” é de Samuel Smiles, e realmente é muito motivadora!

Não vou ficar explicando o quadro ou a frase de Smiles, deixo-os aqui para que reflitam sobre o significado desta expressão em suas vidas e em seus empreendimentos.

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Oceano Azul: Nintendo Labo

por Stéfano Carnevalli

Buscamos sempre um oceano azul para navegar quando o assunto é lançar novos produtos ou serviços. A Apple agiu dessa forma com o Ipod e Ipad, o Cirque du Soleil fez isso e navega tranquilamente até hoje, e a Nintendo fez isso em alguns momentos de seus mais de 100 anos de história.

Para iniciar novos mercados é preciso estar próximo dos clientes
Analisando esses e outros Cases, os pesquisadores W. Chan Kim e Renée Maiborgne definiram uma  estratégia do Oceano Azul, onde para uma empresa ter um negócio cada vez mais lucrativo e crescer, ela precisa buscar novos mercados e deixar de disputar consumidores com seus concorrentes em mercados já saturados (o mar vermelho).

Para ter sucesso na estratégia de Oceano Azul, é importante saber que novos mercados surgem da inovação de valor. Não adianta apenas oferecer uma nova tecnologia ou melhorar a experiência de uso. É necessário ouvir o cliente.

E a Nintendo fez isso. Criou um mercado pouco explorado que é o de "games eletrônicos para a família". Deixou a maior parte das empresas de consoles (e games) duelando no mar vermelho e lançou produtos para integrar a família. Ouviu a demanda dos pais.

Uma das preocupações dos pais é o tempo que os filhos ficam na frente de "telas" e deixam de fazer outras atividades físicas.

O primeiro produto para atender esses pais foi o Wii e seguiu ouvindo os clientes até lançar no ano passado o Nintendo Switch. O resultado de vendas do Switch foram excelentes. Em 10 meses foram vendidos 10 milhões de unidades no Japão e 4,8 milhões nos EUA. A previsão é dobrar as vendas em 2018 e para isso a empresa anunciou mais uma inovação: o Nintendo Labo.


O Nintendo Labo segue a tendência maker (faça você mesmo). São uma série de Kits (arduino + papelão) para as famílias construírem juntas os controles e acessórios para o Switch.  Com esse conceito do Labo, surgem novas possibilidades, cria-se um novo mercado. Amplia as possibilidades para os pais que vão poder construir e brincar juntos com os filhos integrando o lúdico com o eletrônico.

O que apreendemos é que existem mercados a serem criados. Você também pode criar novos mercados. E para isso precisa trazer inovação de produto ou serviço a partir das necessidades dos clientes. Necessidades visíveis e ocultas, pois as vezes o cliente não sabe que precisa daquele produto ou serviço.

Mais informações sobre o Nintendo Lab:
https://www.nintendo.pt/

Mais informações sobre soluções Sýndreams para empresas que querem inovar e criar novos mercados:
http://syndreams.com.br/para-empresas/







terça-feira, 23 de janeiro de 2018

O foco e a persistência

Por Sandra Elisabeth

Hoje vou contar uma história real, que aconteceu comigo logo no início da minha carreira e que me ajudou a entender a importância da persistência com foco.

 
Comecei a trabalhar com 17 anos em uma escola de informática e idiomas do bairro onde morava. Meu objetivo enquanto funcionário era trazer alunos para a escola.

Um dia eu tive a ideia de fazer algumas parcerias com empresas e colégios da região, onde meu público alvo estava. E assim o fiz. Preparei todo o material de comunicação da escola, ensaiei o discurso, liguei nas empresas e colégios para agendar a visita e fui!

Nos 6 primeiros meses tive muito mais “nãos” do que “sins”. Fui aprendendo com o feedback das pessoas que me atendiam e que não me atendiam. Tomei “chá de cadeira” muitas vezes. Vivenciei a experiência de quem agendou a conversa dizer que não ia me atender porque eu não havia agendado!!!

E assim passou mais 6 meses...

Eu acreditava que as parcerias iriam trazer sucesso à escola, revi as estratégias de abordagem e continuei. Bati diversas vezes nas mesmas portas que já tinham dito não!!! E estas agora começavam a dizer “SIM”!

Tornei-me conhecida dos colaboradores das empresas, contei a eles que desejava oferecer benefícios para eles (colaboradores) a partir da parceria com sua empregadora!

E ao final do 2º ano, 90% da minha lista de prováveis parceiros tinham dito “sim” e agora tinham um termo de compromisso assinado comigo.

Foi demorado? Claro que foi, negociações B2B sempre são difíceis e eu não trabalha em uma escola com uma marca famosa que fazia comercial na TV... Na verdade, muitas destas ligaram para mim querendo saber o que eu tinha feito para conseguir esta “façanha”.

Na época, não contei à nenhuma delas. Hoje vou contar só para vocês:

 O que fiz foi ter persistência com foco e atenção! A persistência me permitiu continuar tentando, o foco me ajudou a seguir o caminho e não “tomar atalhos” e a atenção fez com que eu ajustasse meu discurso e o serviço oferecido para atender a necessidade do cliente!


Tente você fazer isto também!

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

O novo paradoxo da busca por investimentos

Por Sandra Elisabeth

Ao longo destes cinco anos à frente da diretoria da Sýndreams Aceleradora observei um aumento no número de Startups que buscam aceleração no segundo semestre do ano, entre os meses de setembro e dezembro.

Na Sýndreams, este número já chegou a representar aproximadamente 50% de todos os contatos. Além da grande busca por mentorias, neste período o maior pedido é por recursos financeiros.
Me pergunto “o que acontece entre setembro e dezembro que as startups sentem tanto a necessidade de dinheiro”?  E porque o discurso é sempre o mesmo: “com ‘X’ de dinheiro a startup terá ‘Y’ de sucesso!”.

Será que no primeiro semestre a situação já era esta? E se não era, por quê? O que aconteceu entre janeiro e agosto para que em setembro basta ter dinheiro para ter sucesso?

Durante estes 8 meses planejaram a startup? Validaram o MVP (provando que existia mercado para o produto e/ou serviço desenvolvido)? Se sim, o recurso gerado pelo MVP não é suficiente para dar o próximo passo? Se não é suficiente, porque não é?

Será que o preço cobrado na venda do MVP estava muito mais baixo que os custos totais do produto? 
Se isso aconteceu, o que prova que o cliente está disposto a pagar o preço justo e correto por este?

Ainda não validaram o MVP? Então porque precisam de recursos financeiros para escalar uma ideia que ainda não saiu do papel? Já tem protótipo, tem patente? Ótimo, porém se não foi validado no mercado os investidores consideram uma ideia no papel, já que ninguém comprou ainda!

Conversando com alguns investidores fica claro que eles desejam muito investir em bons projetos, aqueles que mostram resultados positivos. A maior dificuldade destes investidores é encontrar estes projetos! A experiência mostra que geralmente quem busca dinheiro precisa primeiro de ajustar o produto/ serviço, o modelo de negócios, estudar o mercado, etc. e por isso ainda não conseguiu nenhum recurso financeiro, nem mesmo com a venda do que está produzindo.

Os empreendedores de maior sucesso não pedem dinheiro, pedem ajuda para melhorar o projeto e assim, com as vendas de seus produtos, obterem os recursos necessários para o primeiro voo do empreendimento, e após isto são procurados pelos investidores que conhecendo o sucesso do novo produto no mercado se interessam em colocar mais dinheiro nele!

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

A inovação que precisa de gente!

Por Sandra Elisabeth

Quando você ouve falar de inovação a primeira coisa que vem a sua cabeça são máquinas e equipamentos que não precisam de pessoas para operar? Carros autônomos? Nanotecnologia? Superalimentos? Provavelmente sim!

E devido a este fato, uma pergunta recorrente que chega até mim é: “A inovação não vai tirar o lugar das pessoas no trabalho?”. E a resposta é NÃO!


Hoje, mais do que nunca precisamos de pessoas para que a inovação aconteça! As máquinas ainda não criam coisas, as pessoas criam! As pessoas são responsáveis pelo aumento do ativo intangível das empresas, ou seja, são as pessoas que desenvolvem ideias que viram patentes e marcas; as pessoas são o capital humano capaz de gerar propriedade intelectual nos negócios.

Infelizmente o Brasil está muito atrasado no que diz respeito à participação dos ativos intangíveis no valor total das empresas.

De acordo com um estudo da Consultoria Apsis, de 2009 à 2015, caiu de 60% para 37% a fatia dos ativos intangíveis no valor de mercado nas empresas brasileiras. Isto é assustador, porque de acordo com especialistas, quanto maior a fatia dos ativos intangíveis, maior o nível de inovação das empresas e mais valiosos são os negócios.


Mas porque mesmo sabendo que as pessoas são tão importantes no processo de inovação das empresas, em um momento de crise são os primeiros “custos” a serem cortados?

Talvez, porque falte gestão de pessoas nas empresas, um departamento de Recursos Humanos que funcione como administrador de comportamentos internos e potencializador de capital humano ao invés de simplesmente realizar tarefas de contratação, demissão e pagamento.

E aqui friso a diferença entre Departamento Pessoal e Recursos Humanos. Ambos são importantes em uma empresa, porém têm objetivos e funções distintas. O primeiro deve se preocupar com a formalização da contratação, sindicatos, pagamentos e com a demissão dos colaboradores – sempre observando as questões legais e contratuais. Já o segundo é o responsável por escolher quais os talentos serão contratados, como os colaboradores serão organizados, quais treinamentos e melhorias precisam ser feitos (em conjunto com a diretoria) e principalmente propor ações de melhoria continua aos funcionários, para que eles possam realmente gerar capital intelectual na empresa.

“Inovar é preciso e fundamental”, mas para isso acontecer precisamos de pessoas capacitadas e prontas para fazer as coisas acontecerem! Sem pessoas, não existe empresa ou negócios, apenas paredes frias e equipamentos desligados! As ideias vêm das pessoas, precisamos delas para fazer acontecer!


Pense nisto!